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Preconceito literário

Minha gente,

Dias atrás eu resolvi assistir a um vídeo sobre livros lidos de uma youtuber e, juro, consegui me sentir uma ameba diante das leituras que ela havia feito. Kkkkk Pensei comigo: “Mulher! Veja bem o que essa pessoa lê.” E fiquei de boca aberta ali na frente da tela do computador processando aquilo. Somente clássicos e calhamaços dignos que reluziam em suas mãos provocando em mim uma certa vergonha por ter em minha lista de leitura livros tão mais simples cujas narrativas nem chegam aos pés daqueles.

Bom… Fiquei bastante inquieta com esse repentino peso na consciência, querendo reparar de qualquer jeito minha falha enquanto leitora de não privilegiar tão nobres obras assim como a colega. Ainda bem que vale o ditado “nada como um dia após o outro”, pois pude recuperar a minha razão antes de sair por aí adquirindo um monte de livro que ficaria encostado na prateleira esperando a sua vez só porque eu não queria me sentir uma leitora de Chick Lit (a chamada literatura de mulherzinha). É claro que não leio apenas esse tipo de livro, assim como é óbvio também que eu leio clássicos e outros títulos considerados top de linha, mas se eu estou numa fase, por exemplo, de ler somente romancinhos água com açúcar, qual é o problema disso? Quando se trata de entretenimento, o que vale é o que me diverte, o que me comove, o que me apaixona… Vale também o que me tira deste mundo e me leva a outros lugares para viver novas histórias. Vale para suprir a falta de uma companhia ou para aliviar aquele peso nas costas que às vezes a vida nos traz. Vale e valerá sempre de acordo com o que cada um tem como objetivo em sua caminhada literária. Já contei aqui que essa minha paixão pela leitura e pela escrita vem do tempo em que eu lia os romances de banca Júlia, Sabrina e Bianca. Por meio deles foi que descobri esse vasto universo de possibilidades a que hoje tenho acesso. Graças a Deus, viu, pois como sou feliz em minha relação com os livros! 😀

Então, o pensamento para este dia é que sejamos sempre livres para fazer a leitura que quisermos, sem nos sentirmos uma ameba ou qualquer outra coisa parecida! rsrsrs

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Ótimas leituras a todos!

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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Livro impresso x Livro digital

Oi, oi!

Hoje acordei inspirada para falar sobre livro impresso X livro digital, isto porque passei uma boa parte de minha noite entretida com uma leitura em um e-reader. Puxa! Há pouco tempo nem me imaginava rendida a essa tecnologia mas a paixão pela leitura aliada a preços mais acessíveis de e-books me motivou a adquirir um leitor digital (optei primeiro pelo Kindle).

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Bom, não vou dizer aqui que estou apaixonada por esse recurso nem que para mim dá no mesmo ler por ele ou pelo livro impresso, porque eu estaria mentindo. Porém, posso garantir que dá para levar numa boa a leitura em um aparelinho assim. O meu não tem luz na tela para leitura no escuro porque custa mais caro, mas também cansa menos a vista, e falo isso pois uso óculos e percebo a diferença entre ler em uma tela iluminada e em uma sem iluminação por um tempo maior que o aconselhável. A tela é antirreflexo, ou seja, podemos ler em qualquer lugar que esteja com luz, que não atrapalha. E, para passar as páginas, é só tocarmos levemente a tela. Simples assim.

Outro ponto a favor do e-reader é a praticidade na hora de transportar. É levinho e cabe no cantinho da bolsa ou da mochila sem ocupar aquele espaço enorme que os nossos adoráveis calhamaços costumam tomar conta. Ah! Prático também é o dicionário para as palavras desconhecidas. Basta selecioná-las para que apareçam os seus significados e a gente fique feliz em compreender melhor o que está lendo. 😀 Além disso, há como fazer marcações nas partes que nos interessam durante a leitura, assim como ver os trechos mais marcados pelos outros leitores. Ainda não usei tal recurso porque não tenho o hábito de marcar passagens do texto enquanto leio, agora, para quem curte é uma ferramenta bem bacana.

Tela do Kindle é a mais que oferece mais precisão para marcar texto e criar notas (Foto: Divulgação)

Como nem tudo são flores, há o lado negativo da coisa.

  1. Só posso ler o que compro na Amazon.
  2. Arquivos em .PDF até abrem no Kindle, mas sem a formação adequada para leitura. As fontes aparecem pequenininhas, e, se aumentamos a letra, as páginas ficam cortadas. Para que dê certo, é preciso fazer a conversão do arquivo para o formato  .EPUB.
  3. Não tem entrada para cartão SD (memória extra). Ainda bem que cabem cerca de dois mil livros nele. Ufa! kkkkkk
  4. Para carregar a bateria, vem apenas um cabo USB para computador. Para carrega-lo em uma tomada elétrica, é preciso um adaptador de tomada compatível (vendido separadamente) com o cabo USB. Usando um adaptador de tomada, o Kindle ficará carregado em menos de quatro horas, enquanto que, pelo PC, pode levar de quatro a seis, dependendo da capacidade do hardware.
  5. O preço de uma capa para um Kindle é bem carinha. (Estou até pensando em fazer uma capinha de EVA mesmo, só para quebrar o galho. rsrsrs)

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Conclusão?

Esses dias estava lendo um livro, Com amor, Anthony, e uma passagem do texto me chamou bastante a atenção por ser um sentimento com o qual comungo plenamente e que fecha muito bem a postagem de hoje.

Lembra como amava a sensação dos novos livros chegando da gráfica, o ápice de anos de escrita do autor e seus meses de edição, a capa lisa e brilhante, com letras em alto-relevo, o peso cheio de satisfação nas mãos. Ainda ama a sensação de pegar um livro novo. Apesar de aceitar a conveniência dos tablets finos e pretensiosos, eles não transmitem a experiência sensorial tridimensional que um livro de verdade proporciona.

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Que tenhamos um ótimo fim de semana, cheinho de livros e leituras novas!

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Opinião: Garoto encontra garota, de Meg Cabot

Oi, leitores amados!

Mais uma semana começando com força total, não é mesmo?! Então, vamos lá!

Hoje falarei sobre a minha primeira experiência com Meg Cabot. Para início de conversa, ela, para mim, era mais uma dessas autoras que a gente fica observando falarem dela e de suas histórias sem se aproximar muito, e confesso que até a última sexta-feita (13) ainda não havia me animado a conhecê-la. Porém, ao levar meus alunos à biblioteca da escola para fazerem empréstimos de livros, deparei-me com uma prateleira onde estavam em ordem várias obras de Meg (quanta intimidade, hein?! 😀 ), a maioria novinhas, e fiquei pensando: será que levo um emprestado ou não? Claro que não resisti e trouxe para casa o Garoto encontra garota, animadinha que só vendo, como se eu não tivesse livro algum aqui esperando para ser lido.

Sei que comecei a ler o bonitinho na sexta à noite mesmo, e ontem, também à noite, estava chegando ao seu final após horas deliciosas de uma leitura divertida e relaxante. Não é um livro para quem quer afinar o intelecto, mas, com certeza, a história de Kate Mackenzie nos tira por algumas horas deste mundo que anda tão conturbado e nos leva a um passeio pelas engraçadas situações pelas quais ela passa em sua vida, mesmo que não sejam igualmente tão divertidas para a protagonista.

A narrativa é toda contada por meio de mensagens, e-mails, bilhetes, recados em caixa-postal e páginas do diário da Kate. Tive a impressão que isso tornou a leitura mais dinâmica e gostosa, sem aquelas partes longas da fala de narradores. Pode ser que existam leitores que não curtam muito esse artifício, no entanto, vale a pena vez ou outra ler histórias assim. E só para situá-los um pouco sobre o que se passa com essa tal de Kate, né, vai um resuminho, sem spoiler, para vocês.

Kate Mackenzie trabalha há alguns meses na área de recursos humanos do New York Journal junto com sua amiga Jen Sadler que a indicou para o cargo. Jen também é a que dá abrigo à Kate após o término do relacionamento da amiga com o músico Dale Carter, com quem viveu dez anos, desde a adolescência. Ela, porém, se sente incomodada com a situação, pois Jen e o marido Craig estão tentando uma gravidez por meio de um tratamento, e tenta de alguma forma encontrar um conjugado para alugar e seguir sua vida.

Entre uma fofoquinha aqui e outra ali, Kate recebe a ordem de sua chefe Amy Jenkins para que ela demita a Sra. Ida Lopez, responsável pelo carrinho de sobremesas da empresa, devido a um desentendimento entre a doceira e o consultor jurídico do Journal, Stuart Hertzog. Assim, então, ela o faz. O que não contavam é que a Sra. Lopez processaria os responsáveis pela sua demissão por ter sido dispensada sem antes receber qualquer advertência por suas falhas. Como Stuie está noivo de Amy, ele prefere que seu irmão e também advogado, Micthell Hertzog, defenda a empresa nesse caso. Ao se encontrarem em uma das entrevistas, Kate e Mitch sentirão que alguma coisa mudou no coração deles. Aí, no meio dessa trama toda, há vários outros conflitos que vão acontecendo, dando à narrativa um sabor tipo “deixa eu saber o que vai acontecer aqui” até terminar a história.

Valeu a pena ter ficado deitadinha no sofá, num friozinho “bão”, curtindo esta leitura. 😉

Aprovado.fw

Um abração!

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