30/01 – Dia nacional das histórias em quadrinhos

Ah, que legal!

Hoje comemora-se o dia nacional das histórias em quadrinhos!

Quando eu era ainda uma criança, eu amava ler os gibis da Turma da Mônica e da Luluzinha. Meus pais sempre os compravam para mim, e eu me deliciava com todas aquelas histórias tão coloridinhas.

Esta data me faz rememorar os meus tempos de aficionada nos HQ’s. Fui leitora deles por muito tempo e hoje tenho um carinho especial pelas personagens que recheavam meu imaginário infantil com suas aventuras de bairro tão singelas e divertidas.

E deixando um pouco de lado a parte das minhas lembranças, vale a pena ressaltar que as histórias em quadrinhos também são ótimos instrumentos para se formar bons leitores. Digo isso por experiência própria porque eles têm grande importância em minha formação como tal, pois, antes de iniciar minha saga com os livros, as revistinhas (como sempre chamei os gibis) funcionaram como uma espécie de precursoras da minha caminhada literária. Isto é tão certo que há um artigo no site EDUCAR PARA CRESCER que corrobora o que eu disse aqui:  “O incrível poder das histórias em quadrinhos”. Leiam porque vale a pena, principalmente pais e professores que são os primeiros incentivadores para que desperte em uma criança o gosto pela leitura.

Agora uma dica legal…

Como toda revista, os gibis precisam ser descartados após um tempo, a não ser que sejam itens de colecionador. Caso não tenha para quem doar ou eles estiverem em condições ruins para manuseio, vale a pena usar as páginas ainda inteiras para reciclagem. Ano passado fiz isso com meus alunos para a Mostra Cultural da escola. Aproveitamos sacolinhas de papel dessas revendedoras de cosméticos e as encapamos com tirinhas dos gibis formando mosaicos de partes de histórias diversas. Basta passar cola branca ou similar em toda a extensão das tirinhas ou da sacola e fazer a colagem sem deixar espaço entre elas. Espere secar bem. Depois, com a ajuda de um pincel largo, “envernize” toda a sacola usando a mesma cola branca. Aplique uma camada para um resultado mais fosco e duas ou mais para um resultado brilhante, conforme a sua preferência. As fotos abaixo não estão muito boas, mas dá para ver o resultado do nosso trabalho. ❤

Sacolinhas literárias…

E aqui, em casa, eu arrisquei encapar uns potinhos de vidro com tirinhas para fazer porta-velas para o meu cantinho de trabalho. Ficou charmosinho, viu?  🙂 Vocês podem fazer com vidros de azeitona ou qualquer outro de conserva.

porta-velas

Dá para fazer também porta-lápis com latinhas de massa de tomate, um quadro bacana para enfeitar a parede (pode fazer o poster ou encapar a moldura), decorar móveis, dar um novo visual a uma mala velha ou personalizar a capa de um caderno. É só colocar a imaginação para funcionar e mandar ver. 😀

E oh! Enquanto vão pensando, corram lá na banca, comprem uns gibis bem divertidos e leiam bastante. rsrsrs

bye-fw

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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Livro impresso x Livro digital

Oi, oi!

Hoje acordei inspirada para falar sobre livro impresso X livro digital, isto porque passei uma boa parte de minha noite entretida com uma leitura em um e-reader. Puxa! Há pouco tempo nem me imaginava rendida a essa tecnologia mas a paixão pela leitura aliada a preços mais acessíveis de e-books me motivou a adquirir um leitor digital (optei primeiro pelo Kindle).

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Bom, não vou dizer aqui que estou apaixonada por esse recurso nem que para mim dá no mesmo ler por ele ou pelo livro impresso, porque eu estaria mentindo. Porém, posso garantir que dá para levar numa boa a leitura em um aparelinho assim. O meu não tem luz na tela para leitura no escuro porque custa mais caro, mas também cansa menos a vista, e falo isso pois uso óculos e percebo a diferença entre ler em uma tela iluminada e em uma sem iluminação por um tempo maior que o aconselhável. A tela é antirreflexo, ou seja, podemos ler em qualquer lugar que esteja com luz, que não atrapalha. E, para passar as páginas, é só tocarmos levemente a tela. Simples assim.

Outro ponto a favor do e-reader é a praticidade na hora de transportar. É levinho e cabe no cantinho da bolsa ou da mochila sem ocupar aquele espaço enorme que os nossos adoráveis calhamaços costumam tomar conta. Ah! Prático também é o dicionário para as palavras desconhecidas. Basta selecioná-las para que apareçam os seus significados e a gente fique feliz em compreender melhor o que está lendo. 😀 Além disso, há como fazer marcações nas partes que nos interessam durante a leitura, assim como ver os trechos mais marcados pelos outros leitores. Ainda não usei tal recurso porque não tenho o hábito de marcar passagens do texto enquanto leio, agora, para quem curte é uma ferramenta bem bacana.

Tela do Kindle é a mais que oferece mais precisão para marcar texto e criar notas (Foto: Divulgação)

Como nem tudo são flores, há o lado negativo da coisa.

  1. Só posso ler o que compro na Amazon.
  2. Arquivos em .PDF até abrem no Kindle, mas sem a formação adequada para leitura. As fontes aparecem pequenininhas, e, se aumentamos a letra, as páginas ficam cortadas. Para que dê certo, é preciso fazer a conversão do arquivo para o formato  .EPUB.
  3. Não tem entrada para cartão SD (memória extra). Ainda bem que cabem cerca de dois mil livros nele. Ufa! kkkkkk
  4. Para carregar a bateria, vem apenas um cabo USB para computador. Para carrega-lo em uma tomada elétrica, é preciso um adaptador de tomada compatível (vendido separadamente) com o cabo USB. Usando um adaptador de tomada, o Kindle ficará carregado em menos de quatro horas, enquanto que, pelo PC, pode levar de quatro a seis, dependendo da capacidade do hardware.
  5. O preço de uma capa para um Kindle é bem carinha. (Estou até pensando em fazer uma capinha de EVA mesmo, só para quebrar o galho. rsrsrs)

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Conclusão?

Esses dias estava lendo um livro, Com amor, Anthony, e uma passagem do texto me chamou bastante a atenção por ser um sentimento com o qual comungo plenamente e que fecha muito bem a postagem de hoje.

Lembra como amava a sensação dos novos livros chegando da gráfica, o ápice de anos de escrita do autor e seus meses de edição, a capa lisa e brilhante, com letras em alto-relevo, o peso cheio de satisfação nas mãos. Ainda ama a sensação de pegar um livro novo. Apesar de aceitar a conveniência dos tablets finos e pretensiosos, eles não transmitem a experiência sensorial tridimensional que um livro de verdade proporciona.

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Que tenhamos um ótimo fim de semana, cheinho de livros e leituras novas!

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Não conte a ninguém, de Harlan Coben – Opinião

Olá, turma da leitura!

Apesar de normalmente  eu postar aqui opiniões sobre comédias-românticas e histórias para jovens, gosto de ler de tudo um pouco. E, saindo da minha chamada zona de conforto, li Não conte a ninguém, de Harlan Coben ( Editora Sextante).

Não Conte a Ninguém

Sinopse: David Beck e sua esposa Elizabeth comemoram o aniversário de seu primeiro beijo quando uma tragédia interrompe o clima de romance: Elizabeth é brutalmente assassinada. O caso acaba sendo resolvido e o assassino, condenado. No entanto, David não consegue superar a morte de Elizabeth. Depois de oito anos, ainda se lembra de todos os detalhes. Mas é no dia do aniversário de morte de Elizabeth que a história realmente começa. Uma estranha mensagem aparece no computador de David, uma frase que somente ele e a esposa conhecem. De repente ele depara com o que parecia impossível – em algum lugar, de alguma maneira, Elizabeth está viva. Ele é advertido para que não conte a ninguém e envolve-se em um sombrio e mortal mistério, sem saber que já está sendo seguido por alguém que o tentará deter antes que descubra toda a verdade.

Uau! Uma história para perder o fôlego, viu?! Não conte a ninguém estava na fila de leitura e decidi que este livro seria o próximo devido a comentários como: “Comecei a ler e não consegui mais parar”. E não deu outra.

É um suspense policial cujo protagonista David Beck é procurado pelo FBI como principal suspeito de matar sua esposa há oito anos do começo da história. Mas, espere aí! Ela está viva? Ela voltou da morte para assombrar David?

A trama começa a ganhar corpo a partir de um e-mail misterioso que David recebe em que há informações que somente ele e Elizabeth, sua esposa, sabem. Ali aparece uma imagem dela em uma esquina de uma rua qualquer, o que o deixa de queixo caído. Ele parte então rumo a uma saga para descobrir a verdade por trás daquilo tudo.

Muita adrenalina que corre nas veias a partir daí, porque ele passa por maus bocados. Nussa! Tem de tudo, oh: traficante, policial corrupto, foragido da polícia, coreano em forma de muralha (kkkkk)… Tem até a cadela dele, a Cloe, que também entra no esquema todo, ajudando a desvendar todo o mistério por trás do desaparecimento de Elizabeth.

A história é muito bem estruturada e de forma dinâmica, o que nos absorve a atenção. Não curto muito o gênero e considero o fato de ter gostado da narrativa como sendo um ponto a favor do livro, porém ( não vejo surpresa nisso ) não gostei muito do final. Achei forçada a tentativa de nos surpreender com algo relacionado ao protagonista… Mistéeeerio!!! kkkkk No entanto, considerando o todo, valeu super a pena a leitura!

Aventure-se nesta história você também!

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Opinião: Fangirl, de Rainbow Rowell

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História sobre a garota Cath que está saindo da adolescência, iniciando a faculdade, um mundo e uma vida totalmente novos. Ela é tímida, insegura, mas se revela na fanfiction que escreve sobre Simon e Baz, que é um sucesso entre os adeptos do estilo. 

Tem uma irmã gêmea de nome Wren (achei muito estranho esse nome rsrsrs), inseparáveis até irem para a faculdade e ficarem em alojamentos distantes, possibilitando novas vivências para cada uma.

O relacionamento com o pai é tranquilo, apesar de ele dar um pouco de trabalho às meninas devido à sua obsessão com o trabalho. Porém as questões com a mãe, que as abandonou ainda crianças, ficam no ar e, no meu entendimento, não são resolvidas, ainda que pareça ter sido dado um pontapé na história para que isso acontecesse. Achei estranho essa parte…

O relacionamento entre Cath e Levi, ex-namorado da colega de quarto, Morgan, é o que há de mais bacana e leve na narrativa. O carinho dele por ela é cativante, o que faz com que a gente torça para que os dois se acertem, pois há também o encontro dela com Nick, seu colega da turma de escrita criativa.

No geral, Fangirl, para mim, foi uma história morninha e um pouco confusa (ou será “chata” o termo certo?) por conta dos trechos de histórias da série sobre Simon Snow (um Herry Potter disfarçado). E eu só dei quatro corações para o livro, porque o Levi me conquistou. rsrsrs

A pergunta que me moveu na leitura foi: será que Cath conseguirá superar suas inseguranças e conquistar seus sonhos?

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Desejados adquiridos em 2016

Saudações!

Esse fim de semana fiz um retrospecto de minhas listas de desejados do ano de 2016 e resolvi assinalar quais eu adquiri até dezembro por meio de compra ou presente, e aqui está o resultado desse levantamento. Passe o mouse sobre as capas para ver a situação do livro na minha estante.

Procura-se um marido, de Carina Rissi – Verus. ❤ ❤ ❤ ❤

Desde o primeiro instante, de Mhairi Mcfarlane – Novo Conceito. ❤ ❤ ❤ ❤

A amante do oficial, de Pam Jenoff – Harper Collins Brasil.

A ponte de Haven, de Francine Rivers –Verus Editora –>  Ver opinião no blog

O lado feio do amor, de Colleen Hoover – Galera Record. –>  Ver opinião no blog

Pela lente do amor, de Megan Maxwell – Essência –>  Ver opinião no blog

Sempre foi você, de Carrie Elks – Universo dos Livros. ❤ ❤ ❤

Eu sou o mensageiro, de Markus Suzak – Intrínseca.

O nome do vento – A crônica do matador do rei: primeiro dia, de Patrick Rothfuss.

Dançando sobre cacos de vidro, de Ka Hancock –Arqueiro. ❤ ❤ ❤ ❤ ❤

Para onde ela foi, de Gayle Forman – Novo Conceito. ❤ ❤ ❤

Como ler livros, O guia clássico para a leitura inteligente, de Mortimer J. Adler – É realizações.

A garota no trem, de Paula Hawkins – Record. –>  Ver opinião no blog

Como água para chocolate, de Laura Esquivel – BestBolso.

Damas de honra, de Jane Costello. –>  Ver opinião no blog

Depois de você, de Jojo Moyes – Intrínseca. –>  Ver opinião no blog

Com amor, Anthony, de Lisa Genova – Nova Fronteira.

Minha sexylist, de Joanna Bolouri – Rocco. ❤ ❤ ❤

O leitor do trem das 6h27, de Jean-Paul Didierlaurent. – Intrínseca. ❤ ❤ ❤

E-Books –

Sr. Daniels, de Brittainy C. Cherry – Record.

Seis anos depois, de Harlan Coben – Arqueiro.

Persuasão, de Jane Austen – L&PM.

Há outras aquisições que foram feitas durante o ano passado que não entraram no rol dos desejados, mas aí já é uma lista para um outro post. 😀

Que esta semana seja formidável!

Abração!

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