Dica de leitura: “Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada”

Pessoal,

A dica de leitura para hoje fica por conta do “Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada, de Maya Van Wagenen, também personagem principal do livro.

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São páginas de um diário onde ela registrou suas ações baseadas no livro “O guia da popularidade”, publicado originalmente na década de 50 pela ex-modelo adolescente Betty Cornell.

Apesar das ideias serem antiquadas, Maya decide seguir os conselhos ali escritos, durante todo o ano letivo (sugestão dada por sua mãe), e, de uma garota sem graça e rejeitada, torna-se descolada e popular na escola, bem como sugere o título da obra.

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Betty Cornell e Maya Van Wagenen

Eu adorei sua trajetória. Foi muito bacana ver como ela descobriu que ser popular nem sempre é o que parece e também que ter estilo depende de nos sentirmos livres para ser quem somos.

Valeu super a pena a leitura! 😀

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Nada mais a perder, de Jojo Moyes – opinião

Meus leitores,

Nada mais a perder, título do último livro de Jojo Moyes, me fez pensar muito no quanto é custoso ler uma obra cuja narrativa é longa demais nos detalhes. Nossa!! Li a história de Sarah Lachapelle me esforçando bastante para não voltar com ele para a estante. Arrastei-me pesadamente com a chatice da adolescente e sua obsessão pelo seu cavalo Boo… Aff! Onde fui amarrar a minha égua?! Kkkkk

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Sinopse: Na juventude, Henri Lachapelle foi um cavaleiro de raro talento, entre os poucos admitidos na academia de elite do hipismo francês, o Le Cadre Noir. Contudo, reviravoltas da vida o levaram da França a Londres, onde ele agora vive em um simples conjunto habitacional. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, aos trancos e barrancos Henri ensina a neta, Sarah, a montar o cavalo Boo, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor e mais digna para todos. Mas um grande golpe muda mais uma vez os planos de Henri Lachapelle, e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para, além de sobreviver, cuidar de Boo e manter os treinamentos.
Natasha é uma advogada especializada em representar crianças e adolescentes envolvidos com crimes ou em situação de risco. Abalada emocionalmente e em dúvidas quanto a seu futuro profissional depois de um caso terrível, Natasha ainda tem de lidar com as feridas do fim de seu casamento. Um fim, diga-se de passagem, bem inusitado, já que ela se vê forçada a morar com o charmoso futuro ex-marido enquanto esperam a venda da casa da família.
Quando Sarah cruza o caminho de Natasha, a advogada vê na menina a oportunidade de colocar a vida de volta nos trilhos e decide abrigar a adolescente sob o próprio teto. O que ela não sabe é que Sarah guarda um grande segredo que lhes trará sérias consequências.

Bom, o que acontece, em poucas palavras, é que Sarah mora com seu avô, ex-cavaleiro da Le Cadre Noir (Paris), o qual passa para a neta seu amor pelos cavalos e a montaria. Um dia, Henri Lachapelle sofre um derrame e fica hospitalizado, levando Sarah a ter de morar com famílias provisórias. Após duas tentativas, ela vai morar com a advogada Natacha e com seu quase ex-marido Mac. Enquanto vai contando a saga da menina com seu cavalo e o sonho de ir para Paris, a relação conturbada de Tash e Mac também é narrada, mostrando como um provável divórcio tem tudo para ser revertido.

Como o objetivo de Sarah é ser aceita na Academia Le Cadre Noir, ela foge com seu cavalo Boo para lá, e acontecem coisas que parecem impossíveis para uma adolescente que está sozinha, somente na companhia de um animal. Sabe aquele papo de que o universo conspira a nosso favor quando a gente acredita? Pois é! Tipo isso aí! Achei uma loucura sem fim, mas fazer o quê, se a garota chega a seu destino sã e salva? 😮 Ah! No meio disso tudo, Natacha e Mac viajam atrás da garota, e essa busca faz com que eles se reaproximem ainda mais, levando-os refletirem sobre suas escolhas.

Então, para mim o livro foi, de certa forma, uma decepção, pois adoro Jojo Moyes. É uma das características de suas narrativas esse desenvolvimento lento, mas o de Nada mais a perder foi tedioso também. Que pena… Além disso, é uma história triste e comovente. Apesar de eu não ter curtido, fiquei sentida com o rumo que a vida de Sarah tomou, pois a alegria da sua juventude lhe foi tomada, ainda que seu cavalo significasse muito para ela. Era quase sua vida toda. Pelo menos o final nos faz sentir o alívio de que a vida pode dar certo um dia. Pelo menos…

Um forte abraço a todos!

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À procura de Audrey, de Sophie Kinsella – opinião

Meus jovens leitores,

Hoje o post é para vocês!

Claro que vale para os leitores de todas as idades, mas o livro sobre o qual falarei tem tudo a ver com a adolescência e seus infinitos dilemas. 🙂

Sabem de uma coisa? Amo livros para jovens adolescentes! O amor entre eles é sempre tão puro e tão inspirador. Faz o mundo parecer mais bonito, apesar de todas as angústias pelas quais os jovens das histórias passam. Claro que não foram todos que li até aqui que tiveram finais felizes, mas, mesmo assim, a esperança esteve ali presente.

E sobre qual livro falarei hoje? Sobre À procura de Audrey, da Sophie Kinsella (Editora Galera Record).

À Procura de Audrey

Mas… Quem é Audrey?

Uma garota com seus 14 anos que passa seus dias escondida em casa, sempre usando óculos escuros, porque tem fobia social, consequência de bullying sofrido na escola. Fiquei sem saber que tipo de assédio foi, já que ela não conta. Ela só fala que não são coisas muito legais… Pode ser com o objetivo de se focar apenas na parte da cura, não sei bem, porém senti falta de conhecer essa parte da vida dela. Para mim ficou uma lacuna na história, faltou explicar por que a aluna Tasha foi expulsa da escola e mais outras duas ou três punidas por terem praticado “isso”… Foi algo grave, com certeza, e eu fiquei curiosa.

Continuando, Audrey mora com seus pais, Chris e Anne, e dois irmãos, Frank, o mais velho, e o garotinho Félix que é uma graça. Frank é viciado em games no computador, e esta é a grande briga de sua mãe com ele. É por causa dos games que Audrey conhece Linus, amigo de seu irmão. Como eles montam uma equipe para participar de um campeonato de LoC (Land of Conquerors) precisam treinar juntos, e em uma dessas visitas, Audrey e Linus se esbarram. Devido à sua fobia, Audrey fica apavorada ao dar de cara com um estranho e corre para longe dele. Creio que por causa disto e por saber do problema de Audrey é que Linus fica mexido com ela e, aos poucos, carinhosamente consegue quebrar a resistência da garota em relação aos seus medos. Os dois, então, começam a se entregar a um doce namoro. Linus a incentiva todo momento a voltar a conviver com outras pessoas. Este envolvimento junto ao tratamento com a Dra. Sarah, a terapeuta, ajuda Audrey a ir deixando para trás todas as angústias que sentia devido ao bullying sofrido.

Curti demais o documentário que Audrey vai fazendo durante a narrativa (como parte de seu tratamento), em sua casa, filmando o dia a dia de sua família. São as partes mais engraçadas da história, assim como Félix, mero coadjuvante que conquistou o meu coração com as suas gracinhas. 😉

Conclusão: a história ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ porque é divertida, leve, apesar do problema enfrentado por Audrey, e o amor entre ela e Linus é docinho demais. Amei!

4. Curti muitão.fw

Um abração e um ótimo fim de semana (com leituras, eu espero kkk)!

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Sorrisos quebrados, de Sofia Silva

Caros leitores…

Uma das gratas surpresas do ano foi ler “Sorrisos quebrados”, de Sofia Silvia. Encontrei esta história entre tantos títulos sugeridos pelo Kindle Unlimited e mergulhei nela, curiosa para saber o que sairia dali.

Sorrisos Quebrados (e-Book)

Sinopse: 

Paola
Perante Deus, o meu marido prometeu me amar.
Cuidar de mim. Ser meu amigo. 
Perante todos, disse que me amava. Que íamos ser felizes. 
Viver para sempre juntos. 
Mentiu em tudo. 
Até que um dia, perante mim, ele disse que ia me matar. E não mentiu.
A partir desse dia vivi escondida no meu mundo, até o André aparecer.

André
Não procurava nada. Não queria ninguém.
Não depois de tudo que vivi.
O meu coração estava escondido na escuridão, até a Paola surgir com as suas cores, pintando a minha vida.

Sorrisos Quebrados é um romance colorido entre duas pessoas Quebradas por relacionamentos passados. Uma história de superação dos próprios medos e promessas.

Gente, simplesmente liiindoooo! Chorei, sorri, tive nós na garganta, frios na barriga… Nossa! Foi intenso do início ao fim, do jeitinho que eu gosto. Que bom, né?! Porque eu o li em um mês em que tive mais decepções do que alegrias literárias. Então, ele veio para me animar a seguir em frente. rsrsrs

Eu gosto de histórias como essa, que me fisgam desde o começo e me levam ali presas no anzol até que me soltam novamente, dando-me a liberdade após uma deliciosa leitura. Mas, o que há de tão interessante assim em Sorrisos quebrados para me causar isso? Olha, não foi tanto pelo enredo em si, cujo tema é a superação de traumas vividos pelas personagens. Foi pela forma poética com que a autora falou de dramas tão corriqueiros e igualmente terríveis. Um contraste que deu super certo: a dor e a cor… a escuridão e a luz… o medo e o amor… a desilusão e a esperança… Foi exatamente isso que a história de Paola e André me passou, tudo de forma tão delicada e ao mesmo tempo forte. Só para contextualizar melhor, eles se conhecem em uma clínica de reabilitação, onde Paola se recupera da violência verbal e física sofrida pelo ex-marido, e André acompanha a sua filha Sol, de seis anos, que apresenta uma fobia social intensa devido ao que passou com a mãe drogada, quando era ainda pequenininha. Ele também sofre suas angústias, consequência de seu relacionamento com a ex, e o encontro entre os três é a luz que faltava para a vida de cada um. Surge uma grande amizade entre a garotinha Sol e Paola e, claro, um grande amor entre ela e André, e é inspiradora a forma como se dá esse encontro. Paola usa das cores das tintas para recuperar esses três corações, e o resultado disso tudo são belas obras de arte que nos fazem acreditar que a tal luz no fim do túnel existe sim, e que ela pode ter vários tons. Uma lição para toda a vida!Amei de montão.fwEspero, sinceramente, que quem a leia curta a história como  eu curti.

Um forte abraço!

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Opinião: Com amor, Anthony, de Lisa Genova

Oi, oi, caros leitores!

Hoje aqui estou para falar do livro “Com amor, Anthony”, de Lisa Genova (Nova Fronteira), uma linda história que merece ser lida com um olhar muito atento e carinhoso. Vamos lá?

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Sinopse: Neste romance, a autora best-seller de Para sempre Alice e Nunca mais, Raquel conta a história de Anthony. Ao dar voz ao rapaz autista, Lisa Genova permite que ele releve os segredos por trás do funcionamento de sua mente: por que ele odeia pronomes, mas ama o número 3 e balanços, como ele experimenta a rotina, a alegria e o amor. E é a voz desse rapaz que vai guiar duas mulheres em sua jornada inesquecível para descobrir as verdades universais que unem a todos nós.

É a história de Beth e Olívia que têm em comum um garotinho autista de nome Anthony… Não tão simples assim, a vida da duas passa por uma tormenta: o amor escorrendo por entre os dedos das mãos. Filhos, maridos, trabalhos, sonhos…

Olívia era mãe de Anthony. Ele era autista. A história se passa após a sua morte. Ela também está se separando de seu marido David, indo morar em uma cidade litorânea onde quase tudo é novo para ela, a pequena e pacata Nantucket, com o objetivo de reconstruir a sua vida.

Ela não conseguia entender o porquê de Anthony ter vindo para o seu mundo como seu filho. Ela questiona a Deus a todo instante, e esta é a grande questão do livro. O que fez para merecer um filho especial, e mais, por que perdê-lo como perdeu? Ela busca incessantemente essas respostas.

Já Beth morava em Nantucket há muitos anos. Tem três filhas e descobre que seu marido tem uma amante. Jimmy é barman e se envolveu com a hostess Ângela, colocando a perder o seu casamento. Na transição entre a descoberta e o provável divórcio, Beth redescobre o prazer de escrever, o qual guardou no passado, quando teve a sua primeira filha.

Como Beth interessa-se pelo assunto aos se ver às voltas com um garotinho cujo comportamento é especial, ela resolve escrever um romance relacionado ao mundo do autismo. Nessas páginas que ela vai redigindo é que se encontra a verdadeira poesia e lição da história. E é também nelas que Olívia encontra as respostas para as suas tão angustiantes dúvidas.

São dois caminhos que se cruzam, duas mulheres que seguem superando suas perdas, uma ajudando a outra sem que saibam realmente qual é a intensidade de seus sentimentos e uma lição de vida para nós que nos entregamos à leitura dessa história.

Eu recomendo!

Com carinho,

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Sobre “O sorriso das mulheres”, de Nicolas Barreau

Puxa vida, meu povo…

Passei aqui outro dia, toda animadinha porque estava lendo “O sorriso das mulheres”, de Nicolas Barreau, e curtindo muito o e-book. Pensei, pelo desenrolar do início da narrativa, que me depararia com uma história linda e sensível, em que um escritor e uma dona de um restaurante viveriam um grande amor, daqueles que nos inspiram profundamente. SQN! Que romancinho chato esse, viu?! Eu só o li todo porque não sou de abandonar a leitura de um livro.

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Basicamente a história de Aurélie Bredin é uma desilusão no amor, seguida de um encontro com um livro cuja protagonista tem tudo a ver com ela, e mais, cita seu restaurante Les Temps des Cerises como cenário. O autor da obra é Henri Miller, um reservado escritor inglês que não curte aparecer, mas, por quem Aurélie se apaixona  a ponto de lhe escrever uma carta revelando seus sentimentos. Acontece que Henri Miller não é ninguém mais que André Chabanais, revisor chefe da Éditions Opale, editora que lançou a sua obra “O sorriso das mulheres”, responsável por toda a trama.  Ah! Só sei que nessa confusão toda de Aurélie tentar conhecer o escritor e André tentar manter a mentira, ele se apaixona pela dona do restaurante e bola vários planos para levá-la a gostar dele e esquecer o escritor que não existe. E o final nem preciso contar, não é mesmo?!

Que peninha, pois adoro romances que rolam em Paris e que me ganham para sempre! kkkkk

Au revoir!

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Preconceito literário

Minha gente,

Dias atrás eu resolvi assistir a um vídeo sobre livros lidos de uma youtuber e, juro, consegui me sentir uma ameba diante das leituras que ela havia feito. Kkkkk Pensei comigo: “Mulher! Veja bem o que essa pessoa lê.” E fiquei de boca aberta ali na frente da tela do computador processando aquilo. Somente clássicos e calhamaços dignos que reluziam em suas mãos provocando em mim uma certa vergonha por ter em minha lista de leitura livros tão mais simples cujas narrativas nem chegam aos pés daqueles.

Bom… Fiquei bastante inquieta com esse repentino peso na consciência, querendo reparar de qualquer jeito minha falha enquanto leitora de não privilegiar tão nobres obras assim como a colega. Ainda bem que vale o ditado “nada como um dia após o outro”, pois pude recuperar a minha razão antes de sair por aí adquirindo um monte de livro que ficaria encostado na prateleira esperando a sua vez só porque eu não queria me sentir uma leitora de Chick Lit (a chamada literatura de mulherzinha). É claro que não leio apenas esse tipo de livro, assim como é óbvio também que eu leio clássicos e outros títulos considerados top de linha, mas se eu estou numa fase, por exemplo, de ler somente romancinhos água com açúcar, qual é o problema disso? Quando se trata de entretenimento, o que vale é o que me diverte, o que me comove, o que me apaixona… Vale também o que me tira deste mundo e me leva a outros lugares para viver novas histórias. Vale para suprir a falta de uma companhia ou para aliviar aquele peso nas costas que às vezes a vida nos traz. Vale e valerá sempre de acordo com o que cada um tem como objetivo em sua caminhada literária. Já contei aqui que essa minha paixão pela leitura e pela escrita vem do tempo em que eu lia os romances de banca Júlia, Sabrina e Bianca. Por meio deles foi que descobri esse vasto universo de possibilidades a que hoje tenho acesso. Graças a Deus, viu, pois como sou feliz em minha relação com os livros! 😀

Então, o pensamento para este dia é que sejamos sempre livres para fazer a leitura que quisermos, sem nos sentirmos uma ameba ou qualquer outra coisa parecida! rsrsrs

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Ótimas leituras a todos!

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