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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Opinião: A garota do trem, de Paula Hawkins

Olá, gente!

Hoje passei aqui para falar do livro A garota do trem, lido em agosto deste ano, mas só agora ganhando o registro no blog.

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Sinopse: “Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, o thriller psicológico The Girl on the train, de Paula Hawkins, surpreendeu até mesmo seus editores e a própria autora, nascida e criada no Zimbábue, que vive em Londres desde os 17 anos: em menos de um mês, o livro – que vem sendo comparado pela crítica a uma mistura de Garota exemplar e Janela indiscreta – ultrapassou a impressionante marca de 500 mil exemplares vendidos e alcançou o primeiro lugar nas listas de mais vendidos em todos os países em que foi publicado (Reino Unido, Irlanda, EUA e Canadá) desde seu lançamento em janeiro. A trama, que gira em torno do desaparecimento de uma jovem mulher, com três narradoras femininas duvidosas, conquistou fãs como o mestre do mistério Stephen King, que publicou em sua conta do Twitter que o “excelente suspense” o manteve acordado a noite inteira: ‘a narradora alcoólatra é mortalmente perfeita’.”

Ao ler A garota do trem, saí um pouco da minha zona de conforto, já que, normalmente gosto e leio romances. Na minha opinião, um suspense que mexeu bastante comigo porque tentei o tempo todo criar as soluções para o acontecimentos que rolam na vida de Rachel, uma mulher que se entrega ao alcoolismo após divorciar-se traumaticamente. Ela pega o trem todos os dias pela manhã, como se estivesse indo trabalhar e as cenas que observa do lado de fora, durante o trajeto, levam-na a fantasiar muitas coisas. Um dia um crime ocorre e Rachel diz saber a respeito para ajudar nas investigações. Sempre alcoolizada, nunca sabemos de fato quando são delírios ou quando é verdade, e assim vamos construindo teorias em nossa cacholinha para elucidar a história.

Senti-me uma espécie de detetive e nadei de braçada em minhas conjecturas. Pena que o desfecho deixou a desejar. Para variar, não é mesmo?! O finalzinho foi muito “mais ou menos”. Depois de uma narrativa eletrizante, fechar a trajetória de Rachel de forma tão morna deixou-me decepcionada. Ainda assim valeu super a pena vivenciar esta leitura, e só não comento mais detalhes porque é o tipo de história que revelar demais pode desconstruir o mistério que a envolve.

Concluindo, para quem gosta de thrillers psicológicos, eu recomendo A garota do trem.

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Ah! O livro ganhou uma adaptação para o cinema sem previsão ainda de estreia no Brasil.

Um superabraço!

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Opinião: Pela lente do amor, de Megan Maxwell

Oi povo!

Passando para registrar a leitura de mais um livrinho. 😀

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Sinopse: Ana Elizabeth troca o luxo e a riqueza da sua aristocrática família londrina pelas “calles” madrilenas, em busca do seu sonho: ser fotógrafa. Dona do seu nariz, ela monta com a amiga Nekane um estúdio fotográfico na capital espanhola e segue seu caminho de sucesso. No dia em que o prédio onde trabalham enfrenta um incêndio, Ana conhece Rodrigo, um dos bombeiros que atendem ao chamado da ocorrência. A troca de olhares aquece não só o corpo da fotógrafa, mas também seu coração e ela se entrega à inusitada amizade – com benefícios – que nasce entre eles.
Apesar de cúmplices, um balde de água fria vai comprometer a liga dessa relação, quando Rodrigo – um mulherengo de carteirinha – descobrir que sua querida Ana está grávida de um turista suíço que passou por sua vida sem passagem de volta e de quem ela só sabe o nome. E o que dirá sua pomposa família quando souber que ela está grávida de um desconhecido e é amante de um bombeiro pobretão? Só a leitura do livro revelará!

Então, para início de conversa, confesso que comecei a ler Pela lente do amor sem expectativas muito grandes, ainda que eu o tenha desejado. Alguns comentários que ouvi pouco antes de ganhá-lo deixaram-me ressabiada… Porém segui em frente. Aí, este livro só não ganhou cinco estrelas porque houve um entrave no meio do caminho. Vejam bem, não é uma história “papo cabeça” como costumo dizer aqui, mas, para os românticos, flui deliciosamente. Ela foi capaz também de me arrancar boas gargalhadas, e eu amo narrativas assim.

O livro ganhou o nome Pela lente do amor, porque conta a história de Ana, fotógrafa profissional que se apaixona pelo bombeiro Rodrigo, e em torno dos dois as coisas vão se desenrolando. Há algumas surpresas que nos incitam a continuar a leitura sem querer dar pausa. Sobre o entrave, deixe-me explicar melhor. Ana fica de queixo caído por Rodrigo, mas ele não quer nada com ela, e fica aquela lenga-lenga que parece interminável. A ficha dela então cai e, ao seguir com a sua vida em frente, passa a vez para o bombeiro que percebe que ela é o amor de sua vida. E lá se vai mais lenga-lenga. Tive muita vontade de xingar todos os dois por causa dessa enrolação, isto para vermos a que ponto chegamos em nosso envolvimento com as personagens das histórias que lemos. Além disso, quero observar que li em algum lugar que Pela lente do amor é uma narrativa erótica.Opa! Tem nada disso não. Tirando umas duas ou três passagens mais quentes, ela tem mais romantismo do que sexo em si. E elas aparecem tão amarradinhas que, na verdade, trazem é um charme a mais para a história.

E, para completar, digo com enorme prazer que me surpreendi com o final do livro. Adorei! 😀 Coisa rara de acontecer, diga-se de passagem, porque normalmente eles, os finais, é que costumam ser o grande entrave das histórias de que gosto. rsrsrsrs

Valeu a leitura!

Um superabraço para todos!

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Opinião: Baía da esperança, de Jojo Moyes

Leitores lindinhos,

Estava observando meus livros esses dias e me dei conta de que tomei a Jojo Moyes como uma de minhas escritoras preferidas, junto a Marian Keyes, já que os títulos dela estão tomando um bom espaço nas minhas prateleiras.

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Inclusive, no meu ultimo aniversário, ganhei mais um livro da autora, o Baía da esperança.

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Sinopse: Seis anos depois de ter saído da Inglaterra, a melancólica e reservada Liza McCullen é a responsável por um barco de observação de baleias e golfinhos em Silver Bay, na Austrália, onde também administra com a tia, Kathleen, o Hotel Baía da Esperança, que já viu dias melhores. Hospedado no hotel de Liza, Mike Dormer está lá a negócios: depende dele o pontapé inicial do projeto de um resort de luxo. Enquanto sua noiva, em Londres, finaliza os planos do casamento, Mike tem de conseguir a licença para a construção do empreendimento, algo que terá profundo impacto na fauna de Silver Bay e consequências drásticas para a vida dos moradores, inclusive a de Liza, que guarda um grande segredo e correrá perigo caso precise se mudar dali. Quando o mundo de Mike e Liza colidem de forma irremediável, eles precisam encarar os próprios medos para salvar o que amam. Com personagens cativantes em um cenário encantador, Baía da Esperança é um romance comovente e irresistível, repleto do humor e da generosidade que marcam as obras de Jojo Moyes.

Então, é assim…

Sobre a história, já li outras de Jojo mais arrebatadoras, como, por exemplo, A garota que você deixou para trás e Um mais um. Deste, inclusive, já falei aqui no blog. No entanto, Baía da esperança guarda em sua narrativa uma delicadeza nas relações entre as personagens que é contagiante, e acredito que foi isso que me prendeu ao livro. Acontecem coisas ruins e tristes na história de Liza e sua família, é claro, mas, como o próprio nome do livro refere-se, a esperança de que dias felizes virão faz com que os acontecimentos narrados sejam todos reflexo do que vivemos no nosso próprio dia a dia, ou seja, as coisas vão tomando os seus lugares aos poucos e sem muito auê. É, portanto, um livro que nos leva mais a uma viagem tranquila do que a emoções eletrizantes que nos fisgam a todo momento, quando lemos A HISTÓRIA. 😀

Por isso, colegas, se vocês não curtem narrativas mais calminhas, não se hospedem nesse hotel, porque o Baía da esperança não é cinco estrelas. Está mais para uma pensão simplória que resiste ao tempo, tentando manter o seu charme e aconchego. Para os que não se importam com a falta de luxo, é uma boa pedida para relaxar a mente e repensar a vida antes de dormir, afinal uma boa noite de sono também é muito importante para a nossa saúde, concordam? rsrsrs

Beijocas!

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Opinião: A ponte de Haven, de Francine Rivers

Meu estimados leitores,

Ponte de H

Ler A ponte de Haven foi como ler uma história vintage. Viajei tanto aos anos 50 que me senti vivendo naquela época. Talvez porque sou fã desse estilo ou simplesmente porque a narrativa me envolveu em suas tramas. Não sei… Tenho apenas a certeza de que a aura de um passado que eu não vivi me tomou por completo por meio da história de Abra, a personagem principal que sofre horrores até descobrir que o verdadeiro amor – tanto o fraternal quanto o romântico – estava diante dela todo o tempo, desde o início de sua vida.

Vamos entender isso melhor. Contando tudo resumidamente, porém sem revelar o desfecho da história, Abra foi abandonada recém-nascida pela mãe, quando esta lhe deu à luz perto da ponte da pequena cidade de Haven (daí o nome do livro). Encontrada por Ezekiel Freeman, um pastor da região, ela foi criada por ele e sua esposa Marianne até seus cinco anos de idade, junto a Joshua, o filho do casal. Marianne tinha uma saúde frágil e seus esforços para cuidar de Abra pioraram ainda mais o seu estado, levando-a a uma morte prematura. Zeke (como o pastor era conhecido) por achar que não poderia criar Abra sozinho, passou a guarda dela para um casal amigo que também quisera adotá-la bebezinha. Esse casal tinha a filha Penny, da mesma idade, e acharam que ambas seriam ótimas companheiras. Acontece que Abra não se sentia feliz. Sentia-se, sim, rejeitada por Zeke e um estorvo para seus pais adotivos, assim como sentia inveja de Penny por ser uma filha amada. Então, Abra conhece Aydan, um playboyzinho que primeiro investiu seus esforços em Penny, mas que acabou mesmo foi seduzindo a irmã adotiva, levando-a fugida para a Califórnia. É quando se incia o verdadeiro calvário dela. Lá na terra do cinema, Abra conhece Franklin Moss, um agente que a transforma em Lena Scott, uma atriz hollywoodiana conhecida, tentando apagar o passado que ela julgava ser tão triste. Mal sabia o que lhe esperava…

O que ficou para mim desta história?

Bom, primeiramente, apesar de ser bem triste, achei a história muito bonita. Mostra a batalha entre a fé e a desesperança, mostra a mágoa como escuridão e a baixa autoestima como um fundo de poço. Abra não precisava ter passado por tudo isso, não fosse sua insegurança constante e pensamentos de que ninguém a amava, nem ela própria. Às vezes valorizamos tão pouco a vida que temos, não é mesmo? Sempre queremos mais…

Em seguida, ficou o sentimento de que verdadeiramente “o amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:4-7) Creio que esta foi uma grande lição tirada da história por meio da personagem de Joshua. Lindo o amor dele por Abra. Inspirador!

E para fechar, A ponte de Haven é uma história com um toque religioso bem marcante. Absolutamente nada que comprometa a leitura da narrativa pelos que não comungam da mesma crença. Na minha opinião, somente o final é um pouco cansativo, pois parecia uma espécie de trabalho evangelístico. Achei repetitivo, uma pequena “embromação” para encerrar tudo, mas que não me fez desgostar da história.

Conclusão: vale a leitura!

Um abração!

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Opinião: Amor à segunda vista, de Mhairi McFarlane

Leitores do coração!

Vamos falar de amor. Ou melhor, vamos falar de um livro que fala sobre o amor. rsrsrs Uma comédia-romântica levinha, supergostosa de ler que me embalou e deixou um cheirinho desse sentimento no ar por alguns dias das minhas queridas férias.

Amor à segunda vista

Sinopse: E se a pessoa de quem você mais fugiu no passado fosse agora de quem você precisasse? Anna era o patinho feio da escola, mas seguiu em frente e hoje, apesar de uma vida amorosa tragicômica, é feliz e realizada. Amor à segunda vista é sobre aceitar quem somos de verdade e ficar feliz com isso. Os leitores vão rir e lembrar que o mundo dá voltas, queridinha; afinal, tudo é possível, no amor e na vida.

Ahhh… Amor à segunda vista, de Mhairi McFarlane, é a história de amor entre Anna Alessi e James Fraser. Não tão simples assim, Anna é, na verdade, Aureliana, uma bem-sucedida professora universitária de história, que guarda um trauma da adolescência, época em que foi uma vítima constante de bullying na escola por ser gorda e desajeitada. E James, o bonitão da turma na época, foi um dos causadores desse trauma por uma série de motivos: porque Aureliana era apaixonada por ele, porque ele também ria dela junto com os colegas e porque, um dia que a jovem tinha esperanças de ser especial, ele colocou tudo a perder, humilhando-a em público em uma festa no último dia de aula.

Com o passar do tempo, Aureliana redescobriu-se e mudou seu jeito de ser. Emagreceu e tornou-se uma linda e inteligente mulher que fazia os homens virarem as cabeças para olharem-na. A partir dali ela passou a usar o nome Anna, como uma forma de deixar a adolescente sofrida para trás. O que ela não contava é que o destino a colocaria novamente no mesmo caminho de James, então criador de mídia digital recém-saído de um casamento com Eva (uma chata personagem secundária), e que esse passado voltaria a assombrá-la de uma outra forma. Primeiro eles se reencontram em uma festa de ex-alunos da Rise Park, escola onde estudaram, e, depois, os dois passam a trabalhar juntos em um projeto de exposição sobre Teodora, esposa de Justiniano (personagens históricos), no British Museum. Acaba surgindo entre eles uma bacana amizade regada a papos bem-humorados, inteligentes e a ótimas gargalhadas, com um único detalhe: James em momento algum de seus encontros reconheceu Aureliana na atual Anna Alessi.

O que rola então? É ler para saber. 😀

Gostaria, no entanto, de fazer algumas observações que julgo relevantes.

Primeiro, como os diálogos entre as personagens apresentam um tom sarcástico em suas colocações, é preciso um pouquinho mais de atenção para a leitura da história para nada passar batido, porque são muito legais.

Segundo, a história de Anna e James é uma história previsível, por isso não espere algo fantástico, mas se deixe levar por ela mesmo assim, pois ela nos diverte e nos faz constatar que as pessoas podem nos surpreender positiva ou negativamente, dependendo dos seus objetivos e interesses.

Terceiro, Aureliana é um caso entre tantos que acontecem por aí, dia após dia. Há muitos e muitas delas sofrendo com o desprezo do outro, ouvindo zoações e ganhando apelidos pejorativos que magoam e adoecem. Podemos ver resultado disso nos noticiários, quando nos deparamos com tragédias ocasionadas por pessoas adoecidas psicologicamente, vítimas de bullying e outras formas de preconceito.

Por último, quero comentar que minha edição apresenta muitos erros nos textos. Nunca li um livro com tantos assim. Que pena essa falta de cuidado na digitalização e revisão da obra. 😦

Bom, por hoje é isso. Espero que, quem gosta do estilo, anime-se a ler “Amor à segunda vista”. Eu recomendo!

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Um superabraço!

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Opinião: Damas de honra, de Jane Costello

Oizinho, meus leitores…

Que frio imenso, hein?! Aqui em BH está parecendo o Polo Norte comparado ao clima da mesma época de anos passados. Como sempre digo, bom demais para ler um livro, e eu adoro! Nem precisava dizer, né? 🙂 Foi o que fiz no fim de semana. Por isso o post de hoje é sobre uma obra da minha lista de desejados, presente que ganhei de aniversário.

Sinopse: Quando Evie Hart aceita ser dama de honra de sua melhor amiga, ela percebe que isso é o mais perto que conseguirá chegar do altar. Até hoje, aos 27 anos, Evie nunca viveu um grande amor. E, por ironia do destino, todos a seu redor, inclusive sua própria mãe, estão com os dias de solteiro contados. Ela treme só de pensar nos inúmeros casamentos que tem pela frente! Mas sua fobia de relacionamentos pode ter cura. Um convidado especial, que está sempre presente nas cerimônias, é capaz de fazer com que ela queira ser um pouco mais do que dama de honra. 

Decidi ler Damas de honra inspirada pelo primeiro livro de Jane Costello que li, Quase casados, que eu simplesmente amei. No entanto, minha experiência com esse não foi tão prazerosa quanto. Quer dizer, diverti-me e tudo mais porém Quase casados me arrebatou, enquanto Damas de honra proporcionou-me horas gostosinhas de distração. Percebem a diferença?

Bom, o livro conta a história de Evie Hart, uma jornalista de 27 anos, que não consegue engrenar namoro algum, terminando seus relacionamentos semanas após o início por não crer que foi feita para isso. Só que ela conhece Jack Williamson no casamento de sua melhor amiga Grace (primeiro casamento como dama de honra) e alguma coisa, então, muda dentro dela. Esta mudança tem um nome: amor. E a narrativa gira em torno dos casamentos de suas outras amigas e também o de sua mãe, assim como de seu relacionamento com Jack, que não chegou a me empolgar tanto.

Mesmo morninha, a trama fez-me dar boas risadas por causa das situações inusitadas passadas com as personagens, característica que me chamou a atenção para a autora tanto neste como no outro romance, e foi, por isso, um bom passatempo nessa minha última semana tão conturbada. Um destaque para a capa do livro que achei tão fofa, lembrando que a capa de Quase casados é uma de minhas favoritas, e também para o seu subtítulo “Quatro casamentos e nenhum funeral”, referência ao filme antigaço com Hugh Grant e Andie MacDowell, Quatro casamentos e um funeral.

Para os que gostam de uma comédia-romântica e uma leve distração, está aí a sugestão da semana. 😉

Abraçossssssss!

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Jack e a mecânica do coração

Meu leitores…

Ai…ai…

Passei a tarde pensando em que postar, pois esses dias não consegui finalizar leitura alguma. Então, me peguei assistindo a uma animação que caiu como uma luva para o registro de hoje: “Jack e a mecânica do coração”. Além de ser um lindo filme, sua história foi baseada no livro “A mecânica do coração”, de Mathias Malzieu (que faz a voz de Jack no áudio original).

Sinopse: O pequeno Jack nasce na noite mais fria do mundo e seu frágil coração está irremediavelmente congelado. Salvo pelas mãos de uma experiente parteira, ele é submetido a uma operação de emergência. Seu órgão é substituído por um relógio de madeira, um pequeno cuco que o ajudará a manter o ritmo das batidas e a bombear o sangue normalmente. A delicada prótese garantirá que Jack leve uma vida igual à de todos os outros garotos. Ou quase igual. Jack sabe que não pode se expor às sensações comuns, como a raiva e o desespero, a frustração e o amor. O menor sinal deste último sentimento pode fazer com que o pleno funcionamento de Jack entre em colapso.

Como sempre digo, sou suspeita para falar desse gênero de filme, pois é uma de minhas paixões, mas Jack e a mecânica do coração me fisgou por completo, por sua graciosidade, poesia, beleza, inspiração… Fiquei vidrada diante da tela da tevê, encantada com a sensação de estar lendo uma história ilustrada em movimento. Engraçado, não é mesmo?! Porém foi assim mesmo que me senti e eu adorei cada minuto que viajei ali.

Jack vive protegido pela Dr.ª Madeleine, a parteira que lhe trouxe à vida, até os 10 anos, quando pede a ela que o leve para conhecer a cidade. Ela lhe dá três conselhos para que seu coração não pare de funcionar, e um deles é o de não se apaixonar, pois isso o levaria à morte. E não é que, atraído pelo som de uma música, ele conhece Acácia, uma linda garota que não enxerga direito sem óculos, e por ela o seu coração de relógio acelera? Esse encontro dos dois é tão marcante, que um leva o outro nos pensamentos até a chegada de seus 14 anos, quando se encontram novamente em Andaluzia, uma cidade da Espanha, onde revivem o sentimento que os moveu no início. Porém, vejam bem, nem tudo são flores, e, é claro, que há forças que tentam impedir esse amor entre jovens.

Quero destacar duas coisas na animação que dão um toque especial à toda essa magia: a trilha sonora, a qual achei muito bacana, e as cenas dos filminhos produzidos por Georges Méliès (uma clara referência ao cinema), amigo que Jack ganha no trem a caminho de onde está a amada.

Para terminar, quero deixar um recadinho: como umas histórias que há por aí, Jack e a mecânica do coração é pura fantasia e é preciso embarcar nela sem se atentar para possíveis incoerências que surjam no decorrer da animação. Por isso, imagine-se lendo uma poesia que traz nas entrelinhas as “verdades” que buscamos nela. Assim vale a pena!

Ah! Dá uma olhadinha no trailer para se inspirar a assistir também…

E por aqui eu fico, gente!

Um super abraço!

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Opinião: Samantha Sweet, de Sophie Kinsella

Meus leitores do ❤ ,

No início da semana, eu contei aqui sobre o meu primeiro contato com a autora Meg Cabot, por meio do livro Garoto encontra garota. Aí me lembrei de que, ano passado, vivi isso também com a escritora Sophie Kinsella. Lia tanta gente falando tão bem de seus livros que resolvi pagar para ver, e pagar literalmente, diga-se de passagem.

A obra escolhida foi Samantha Sweet, secretária do lar, cuja história é normalzinha, com seus clichês, mas também gostosa para uma leitura descontraída. O nome do livro é o nome da protagonista, uma advogada super dedicada à profissão, que um dia se vê diante de um erro cometido por ela que coloca tudo a perder em sua carreira. Desnorteada, ela vai parar em uma cidadezinha no interior da Inglaterra, onde reinicia a sua vida em meio a trancos e barrancos. Lá ela conhece Trish e seu esposo Eddie, que lhe dão um novo emprego, o de empregada (desastrada) doméstica, e o jardineiro da casa, Nathaniel, que a fará se sentir como nunca antes. E o sentimento que rola entre os dois foi o que mais me segurou na leitura, pois eu adoro esses romances água com açúcar que têm por aí.

Enfim, não foi uma descoberta de outro mundo para mim, porém foi muito melhor do que a experiência inicial que tive com a Emily Giffin, ocorrida também em 2015. Em relação à Meg Cabot, esta me cativou mais, deixando Sophie Kinsella em segundo lugar nessa lista de escritoras cujas histórias esperam para serem degustadas. 😀

Para quem gosta do estilo, dá para curtir esta leitura. 😉

Um delicioso fim de semana para todos!

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Indicação: filmes sobre escritoras

Preciosos leitores,

Esta semana bateu uma vontade de indicar três filmes cujas histórias referem-se à mulheres que trabalharam pelo sonho de serem escritoras e que me marcaram de alguma forma, principalmente pelo fato de eu amar esse ofício de escrever desde que me entendo por gente, o que faz muiiitos anos. rsrsrs Vale a pena tirar um tempinho para assisti-los. 😉

O primeiro deles é Miss Potter.

Beatrix Potter (Renée Zellweger) foi um verdadeiro fenômeno da literatura no início do século XX. Ela criou uma série de livros e personagens infantis que são amados até os dias atuais, além de serem adaptados para outras mídias. Mas, apesar do sucesso de seu trabalho, ela sempre manteve sua vida pessoal em segredo.

 

 

1795. Jane Depois, como não poderia deixar de ser, Amor e inocência, sobre Jane Austen.

Austen (Anne Hathaway) tem 20 anos e começa a se destacar como uma escritora. Enquanto ela está mais interessada em desvendar o mundo, seus pais querem que ela logo se case com um homem rico, que possa assegurar seu status perante a sociedade. O principal candidato é o sr. Wisley (Laurence Fox), neto da aristocrata Lady Gresham (Maggie Smith), mas Jane se interessa é pelo malandro Tom Lefroy (James McAvoy), cuja inteligência e arrogância a provocam.

 

 

E o terceiro é Adoráveis mulheres, uma história ficcional, mas não menos cativante.

Durante a Guerra Civil, uma mãe com 4 filhas passa por graves problemas finaceiros, enquanto o marido está na frente de batalha. A mais intelectualizada das irmãs, que sonha ser escritora, é cortejada por um rico vizinho, mas quando este se declara ela o rejeita e vai morar em Nova York, onde se envolve com um professor. Mas quando chega a notícia de que o estado de saúde de uma de suas irmãs piorou consideravelmente, ela retorna para casa.

 

Que eles possam servir de inspiração para todos que buscam um lugar ao sol, seja escrevendo ou realizando algum outro trabalho, pois acreditar em um sonho e investir nele são passos essenciais para o sucesso.

Um forte abraço!

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