Dica de leitura: “Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada”

Pessoal,

A dica de leitura para hoje fica por conta do “Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada, de Maya Van Wagenen, também personagem principal do livro.

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São páginas de um diário onde ela registrou suas ações baseadas no livro “O guia da popularidade”, publicado originalmente na década de 50 pela ex-modelo adolescente Betty Cornell.

Apesar das ideias serem antiquadas, Maya decide seguir os conselhos ali escritos, durante todo o ano letivo (sugestão dada por sua mãe), e, de uma garota sem graça e rejeitada, torna-se descolada e popular na escola, bem como sugere o título da obra.

Imagem relacionada
Betty Cornell e Maya Van Wagenen

Eu adorei sua trajetória. Foi muito bacana ver como ela descobriu que ser popular nem sempre é o que parece e também que ter estilo depende de nos sentirmos livres para ser quem somos.

Valeu super a pena a leitura! 😀

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À procura de Audrey, de Sophie Kinsella – opinião

Meus jovens leitores,

Hoje o post é para vocês!

Claro que vale para os leitores de todas as idades, mas o livro sobre o qual falarei tem tudo a ver com a adolescência e seus infinitos dilemas. 🙂

Sabem de uma coisa? Amo livros para jovens adolescentes! O amor entre eles é sempre tão puro e tão inspirador. Faz o mundo parecer mais bonito, apesar de todas as angústias pelas quais os jovens das histórias passam. Claro que não foram todos que li até aqui que tiveram finais felizes, mas, mesmo assim, a esperança esteve ali presente.

E sobre qual livro falarei hoje? Sobre À procura de Audrey, da Sophie Kinsella (Editora Galera Record).

À Procura de Audrey

Mas… Quem é Audrey?

Uma garota com seus 14 anos que passa seus dias escondida em casa, sempre usando óculos escuros, porque tem fobia social, consequência de bullying sofrido na escola. Fiquei sem saber que tipo de assédio foi, já que ela não conta. Ela só fala que não são coisas muito legais… Pode ser com o objetivo de se focar apenas na parte da cura, não sei bem, porém senti falta de conhecer essa parte da vida dela. Para mim ficou uma lacuna na história, faltou explicar por que a aluna Tasha foi expulsa da escola e mais outras duas ou três punidas por terem praticado “isso”… Foi algo grave, com certeza, e eu fiquei curiosa.

Continuando, Audrey mora com seus pais, Chris e Anne, e dois irmãos, Frank, o mais velho, e o garotinho Félix que é uma graça. Frank é viciado em games no computador, e esta é a grande briga de sua mãe com ele. É por causa dos games que Audrey conhece Linus, amigo de seu irmão. Como eles montam uma equipe para participar de um campeonato de LoC (Land of Conquerors) precisam treinar juntos, e em uma dessas visitas, Audrey e Linus se esbarram. Devido à sua fobia, Audrey fica apavorada ao dar de cara com um estranho e corre para longe dele. Creio que por causa disto e por saber do problema de Audrey é que Linus fica mexido com ela e, aos poucos, carinhosamente consegue quebrar a resistência da garota em relação aos seus medos. Os dois, então, começam a se entregar a um doce namoro. Linus a incentiva todo momento a voltar a conviver com outras pessoas. Este envolvimento junto ao tratamento com a Dra. Sarah, a terapeuta, ajuda Audrey a ir deixando para trás todas as angústias que sentia devido ao bullying sofrido.

Curti demais o documentário que Audrey vai fazendo durante a narrativa (como parte de seu tratamento), em sua casa, filmando o dia a dia de sua família. São as partes mais engraçadas da história, assim como Félix, mero coadjuvante que conquistou o meu coração com as suas gracinhas. 😉

Conclusão: a história ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ porque é divertida, leve, apesar do problema enfrentado por Audrey, e o amor entre ela e Linus é docinho demais. Amei!

4. Curti muitão.fw

Um abração e um ótimo fim de semana (com leituras, eu espero kkk)!

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Sorrisos quebrados, de Sofia Silva

Caros leitores…

Uma das gratas surpresas do ano foi ler “Sorrisos quebrados”, de Sofia Silvia. Encontrei esta história entre tantos títulos sugeridos pelo Kindle Unlimited e mergulhei nela, curiosa para saber o que sairia dali.

Sorrisos Quebrados (e-Book)

Sinopse: 

Paola
Perante Deus, o meu marido prometeu me amar.
Cuidar de mim. Ser meu amigo. 
Perante todos, disse que me amava. Que íamos ser felizes. 
Viver para sempre juntos. 
Mentiu em tudo. 
Até que um dia, perante mim, ele disse que ia me matar. E não mentiu.
A partir desse dia vivi escondida no meu mundo, até o André aparecer.

André
Não procurava nada. Não queria ninguém.
Não depois de tudo que vivi.
O meu coração estava escondido na escuridão, até a Paola surgir com as suas cores, pintando a minha vida.

Sorrisos Quebrados é um romance colorido entre duas pessoas Quebradas por relacionamentos passados. Uma história de superação dos próprios medos e promessas.

Gente, simplesmente liiindoooo! Chorei, sorri, tive nós na garganta, frios na barriga… Nossa! Foi intenso do início ao fim, do jeitinho que eu gosto. Que bom, né?! Porque eu o li em um mês em que tive mais decepções do que alegrias literárias. Então, ele veio para me animar a seguir em frente. rsrsrs

Eu gosto de histórias como essa, que me fisgam desde o começo e me levam ali presas no anzol até que me soltam novamente, dando-me a liberdade após uma deliciosa leitura. Mas, o que há de tão interessante assim em Sorrisos quebrados para me causar isso? Olha, não foi tanto pelo enredo em si, cujo tema é a superação de traumas vividos pelas personagens. Foi pela forma poética com que a autora falou de dramas tão corriqueiros e igualmente terríveis. Um contraste que deu super certo: a dor e a cor… a escuridão e a luz… o medo e o amor… a desilusão e a esperança… Foi exatamente isso que a história de Paola e André me passou, tudo de forma tão delicada e ao mesmo tempo forte. Só para contextualizar melhor, eles se conhecem em uma clínica de reabilitação, onde Paola se recupera da violência verbal e física sofrida pelo ex-marido, e André acompanha a sua filha Sol, de seis anos, que apresenta uma fobia social intensa devido ao que passou com a mãe drogada, quando era ainda pequenininha. Ele também sofre suas angústias, consequência de seu relacionamento com a ex, e o encontro entre os três é a luz que faltava para a vida de cada um. Surge uma grande amizade entre a garotinha Sol e Paola e, claro, um grande amor entre ela e André, e é inspiradora a forma como se dá esse encontro. Paola usa das cores das tintas para recuperar esses três corações, e o resultado disso tudo são belas obras de arte que nos fazem acreditar que a tal luz no fim do túnel existe sim, e que ela pode ter vários tons. Uma lição para toda a vida!Amei de montão.fwEspero, sinceramente, que quem a leia curta a história como  eu curti.

Um forte abraço!

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Opinião: Com amor, Anthony, de Lisa Genova

Oi, oi, caros leitores!

Hoje aqui estou para falar do livro “Com amor, Anthony”, de Lisa Genova (Nova Fronteira), uma linda história que merece ser lida com um olhar muito atento e carinhoso. Vamos lá?

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Sinopse: Neste romance, a autora best-seller de Para sempre Alice e Nunca mais, Raquel conta a história de Anthony. Ao dar voz ao rapaz autista, Lisa Genova permite que ele releve os segredos por trás do funcionamento de sua mente: por que ele odeia pronomes, mas ama o número 3 e balanços, como ele experimenta a rotina, a alegria e o amor. E é a voz desse rapaz que vai guiar duas mulheres em sua jornada inesquecível para descobrir as verdades universais que unem a todos nós.

É a história de Beth e Olívia que têm em comum um garotinho autista de nome Anthony… Não tão simples assim, a vida da duas passa por uma tormenta: o amor escorrendo por entre os dedos das mãos. Filhos, maridos, trabalhos, sonhos…

Olívia era mãe de Anthony. Ele era autista. A história se passa após a sua morte. Ela também está se separando de seu marido David, indo morar em uma cidade litorânea onde quase tudo é novo para ela, a pequena e pacata Nantucket, com o objetivo de reconstruir a sua vida.

Ela não conseguia entender o porquê de Anthony ter vindo para o seu mundo como seu filho. Ela questiona a Deus a todo instante, e esta é a grande questão do livro. O que fez para merecer um filho especial, e mais, por que perdê-lo como perdeu? Ela busca incessantemente essas respostas.

Já Beth morava em Nantucket há muitos anos. Tem três filhas e descobre que seu marido tem uma amante. Jimmy é barman e se envolveu com a hostess Ângela, colocando a perder o seu casamento. Na transição entre a descoberta e o provável divórcio, Beth redescobre o prazer de escrever, o qual guardou no passado, quando teve a sua primeira filha.

Como Beth interessa-se pelo assunto aos se ver às voltas com um garotinho cujo comportamento é especial, ela resolve escrever um romance relacionado ao mundo do autismo. Nessas páginas que ela vai redigindo é que se encontra a verdadeira poesia e lição da história. E é também nelas que Olívia encontra as respostas para as suas tão angustiantes dúvidas.

São dois caminhos que se cruzam, duas mulheres que seguem superando suas perdas, uma ajudando a outra sem que saibam realmente qual é a intensidade de seus sentimentos e uma lição de vida para nós que nos entregamos à leitura dessa história.

Eu recomendo!

Com carinho,

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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Não conte a ninguém, de Harlan Coben – Opinião

Olá, turma da leitura!

Apesar de normalmente  eu postar aqui opiniões sobre comédias-românticas e histórias para jovens, gosto de ler de tudo um pouco. E, saindo da minha chamada zona de conforto, li Não conte a ninguém, de Harlan Coben ( Editora Sextante).

Não Conte a Ninguém

Sinopse: David Beck e sua esposa Elizabeth comemoram o aniversário de seu primeiro beijo quando uma tragédia interrompe o clima de romance: Elizabeth é brutalmente assassinada. O caso acaba sendo resolvido e o assassino, condenado. No entanto, David não consegue superar a morte de Elizabeth. Depois de oito anos, ainda se lembra de todos os detalhes. Mas é no dia do aniversário de morte de Elizabeth que a história realmente começa. Uma estranha mensagem aparece no computador de David, uma frase que somente ele e a esposa conhecem. De repente ele depara com o que parecia impossível – em algum lugar, de alguma maneira, Elizabeth está viva. Ele é advertido para que não conte a ninguém e envolve-se em um sombrio e mortal mistério, sem saber que já está sendo seguido por alguém que o tentará deter antes que descubra toda a verdade.

Uau! Uma história para perder o fôlego, viu?! Não conte a ninguém estava na fila de leitura e decidi que este livro seria o próximo devido a comentários como: “Comecei a ler e não consegui mais parar”. E não deu outra.

É um suspense policial cujo protagonista David Beck é procurado pelo FBI como principal suspeito de matar sua esposa há oito anos do começo da história. Mas, espere aí! Ela está viva? Ela voltou da morte para assombrar David?

A trama começa a ganhar corpo a partir de um e-mail misterioso que David recebe em que há informações que somente ele e Elizabeth, sua esposa, sabem. Ali aparece uma imagem dela em uma esquina de uma rua qualquer, o que o deixa de queixo caído. Ele parte então rumo a uma saga para descobrir a verdade por trás daquilo tudo.

Muita adrenalina que corre nas veias a partir daí, porque ele passa por maus bocados. Nussa! Tem de tudo, oh: traficante, policial corrupto, foragido da polícia, coreano em forma de muralha (kkkkk)… Tem até a cadela dele, a Cloe, que também entra no esquema todo, ajudando a desvendar todo o mistério por trás do desaparecimento de Elizabeth.

A história é muito bem estruturada e de forma dinâmica, o que nos absorve a atenção. Não curto muito o gênero e considero o fato de ter gostado da narrativa como sendo um ponto a favor do livro, porém ( não vejo surpresa nisso ) não gostei muito do final. Achei forçada a tentativa de nos surpreender com algo relacionado ao protagonista… Mistéeeerio!!! kkkkk No entanto, considerando o todo, valeu super a pena a leitura!

Aventure-se nesta história você também!

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Opinião: A garota no trem, de Paula Hawkins

Olá, gente!

Hoje passei aqui para falar do livro A garota no trem, lido em agosto deste ano, mas só agora ganhando o registro no blog.

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Sinopse: “Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, o thriller psicológico The Girl on the train, de Paula Hawkins, surpreendeu até mesmo seus editores e a própria autora, nascida e criada no Zimbábue, que vive em Londres desde os 17 anos: em menos de um mês, o livro – que vem sendo comparado pela crítica a uma mistura de Garota exemplar e Janela indiscreta – ultrapassou a impressionante marca de 500 mil exemplares vendidos e alcançou o primeiro lugar nas listas de mais vendidos em todos os países em que foi publicado (Reino Unido, Irlanda, EUA e Canadá) desde seu lançamento em janeiro. A trama, que gira em torno do desaparecimento de uma jovem mulher, com três narradoras femininas duvidosas, conquistou fãs como o mestre do mistério Stephen King, que publicou em sua conta do Twitter que o “excelente suspense” o manteve acordado a noite inteira: ‘a narradora alcoólatra é mortalmente perfeita’.”

Ao ler A garota no trem, saí um pouco da minha zona de conforto, já que normalmente gosto e leio romances. Na minha opinião, um suspense que mexeu bastante comigo porque tentei o tempo todo criar as soluções para o acontecimentos que rolam na vida de Rachel, uma mulher que se entrega ao alcoolismo após divorciar-se traumaticamente. Ela pega o trem todos os dias pela manhã, como se estivesse indo trabalhar e as cenas que observa do lado de fora, durante o trajeto, levam-na a fantasiar muitas coisas. Um dia, um crime ocorre e Rachel diz saber a respeito para ajudar nas investigações. Sempre alcoolizada, nunca sabemos de fato quando são delírios ou quando é verdade, e assim vamos construindo teorias em nossa cacholinha para elucidar a história.

Senti-me uma espécie de detetive e nadei de braçada em minhas conjecturas. Pena que o desfecho deixou a desejar. Para variar, não é mesmo?! O finalzinho foi muito “mais ou menos”. Depois de uma narrativa eletrizante, fechar a trajetória de Rachel de forma tão morna deixou-me decepcionada. Ainda assim valeu super a pena vivenciar esta leitura, e só não comento mais detalhes porque é o tipo de história que revelar demais pode desconstruir o mistério que a envolve.

Concluindo, para quem gosta de thrillers psicológicos, eu recomendo A garota no trem.

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Ah! O livro ganhou uma adaptação para o cinema sem previsão ainda de estreia no Brasil.

Um superabraço!

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