Curtindo a leitura…

Gente!

Comecei a ler despretensiosamente o livro O sorriso das mulheres e estou realmente achando tudo de bom!

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Clique para ler a sinopse

 

Volto para contar!

PS.: Post “Sobre O sorriso das mulheres”. Passa lá para ver.

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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Série “Ler é…”, de Daniel Brandão

Não são livros, meus leitores…

Nas minhas andanças pelo mundo virtual, procurando inspiração para algumas aulas de literatura, encontrei uma coleção de figurinhas sobre leitura, e fiquei tão encantada que vou compartilhar com vocês as que mais gostei, pois são muitas.

Olhem que bacana!

E aí? Curtiram? Então podem conhecer mais do trabalho de Daniel Brandão em sua página Estúdio Daniel Brandão. Passem lá e propaguem essa ideia! 😉

Abraços e mais abraços!

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Opinião: Amor à segunda vista, de Mhairi McFarlane

Leitores do coração!

Vamos falar de amor. Ou melhor, vamos falar de um livro que fala sobre o amor. rsrsrs Uma comédia-romântica levinha, supergostosa de ler que me embalou e deixou um cheirinho desse sentimento no ar por alguns dias das minhas queridas férias.

Amor à segunda vista

Sinopse: E se a pessoa de quem você mais fugiu no passado fosse agora de quem você precisasse? Anna era o patinho feio da escola, mas seguiu em frente e hoje, apesar de uma vida amorosa tragicômica, é feliz e realizada. Amor à segunda vista é sobre aceitar quem somos de verdade e ficar feliz com isso. Os leitores vão rir e lembrar que o mundo dá voltas, queridinha; afinal, tudo é possível, no amor e na vida.

Ahhh… Amor à segunda vista, de Mhairi McFarlane, é a história de amor entre Anna Alessi e James Fraser. Não tão simples assim, Anna é, na verdade, Aureliana, uma bem-sucedida professora universitária de história, que guarda um trauma da adolescência, época em que foi uma vítima constante de bullying na escola por ser gorda e desajeitada. E James, o bonitão da turma na época, foi um dos causadores desse trauma por uma série de motivos: porque Aureliana era apaixonada por ele, porque ele também ria dela junto com os colegas e porque, um dia que a jovem tinha esperanças de ser especial, ele colocou tudo a perder, humilhando-a em público em uma festa no último dia de aula.

Com o passar do tempo, Aureliana redescobriu-se e mudou seu jeito de ser. Emagreceu e tornou-se uma linda e inteligente mulher que fazia os homens virarem as cabeças para olharem-na. A partir dali ela passou a usar o nome Anna, como uma forma de deixar a adolescente sofrida para trás. O que ela não contava é que o destino a colocaria novamente no mesmo caminho de James, então criador de mídia digital recém-saído de um casamento com Eva (uma chata personagem secundária), e que esse passado voltaria a assombrá-la de uma outra forma. Primeiro eles se reencontram em uma festa de ex-alunos da Rise Park, escola onde estudaram, e, depois, os dois passam a trabalhar juntos em um projeto de exposição sobre Teodora, esposa de Justiniano (personagens históricos), no British Museum. Acaba surgindo entre eles uma bacana amizade regada a papos bem-humorados, inteligentes e a ótimas gargalhadas, com um único detalhe: James em momento algum de seus encontros reconheceu Aureliana na atual Anna Alessi.

O que rola então? É ler para saber. 😀

Gostaria, no entanto, de fazer algumas observações que julgo relevantes.

Primeiro, como os diálogos entre as personagens apresentam um tom sarcástico em suas colocações, é preciso um pouquinho mais de atenção para a leitura da história para nada passar batido, porque são muito legais.

Segundo, a história de Anna e James é uma história previsível, por isso não espere algo fantástico, mas se deixe levar por ela mesmo assim, pois ela nos diverte e nos faz constatar que as pessoas podem nos surpreender positiva ou negativamente, dependendo dos seus objetivos e interesses.

Terceiro, Aureliana é um caso entre tantos que acontecem por aí, dia após dia. Há muitos e muitas delas sofrendo com o desprezo do outro, ouvindo zoações e ganhando apelidos pejorativos que magoam e adoecem. Podemos ver resultado disso nos noticiários, quando nos deparamos com tragédias ocasionadas por pessoas adoecidas psicologicamente, vítimas de bullying e outras formas de preconceito.

Por último, quero comentar que minha edição apresenta muitos erros nos textos. Nunca li um livro com tantos assim. Que pena essa falta de cuidado na digitalização e revisão da obra. 😦

Bom, por hoje é isso. Espero que, quem gosta do estilo, anime-se a ler “Amor à segunda vista”. Eu recomendo!

Amor à segunda vista1

Um superabraço!

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Com vocês… Mary Poppins!

Meus leitores amadinhos,

Quando estava escolhendo os meus desejados da semana passada, havia colocado na minha seleção um clássico cuja história me fascina desde que eu era criança. Mary Poppins está entre os filmes antigões de que mais gosto, junto com E o vento levou, Bonequinha de luxo e Guerra e paz, mas nunca havia pensado em comprar o livro. Então, como atualmente estou montando a minha biblioteca, decidi colocá-lo na lista. Não dava mais para ficar de fora. 🙂 Deixei para falar dele, porém, separadamente, pois achei que merecia um espaço só seu nos meus registros. E aqui vamos nós.

Primeiramente, falarei sobre o filme, um musical lançado em 1964 , quando eu nem pensava ainda em nascer. rsrsrs

Mary Poppins, representada por Julie Andrews (lindíssima sempre), chega para trabalhar de babá na casa dos Banks de forma mágica, e assim cuida das crianças durante o tempo que passa lá. Só que, na verdade, sua missão era fazer com que o pai delas descobrisse que os filhos precisavam mesmo era do amor paterno, de todas as formas, para se tornarem mais felizes e, consequentemente, mais dóceis, uma vez que ele andava sempre carrancudo e ocupado com seu trabalho. A babá conta com a ajuda do também fantástico Bert (Dick Van Dyke), com quem leva as crianças para grandes aventuras e ótimas gargalhadas.

Em março de 2014, a Disney então lançou  Walt nos bastidores de Mary Poppins, filme que conta a história de como foi a produção do musical, desde as incessantes tentativas de conseguir a autorização da escritora australiana P.L. Travers até a produção do musical em si, com Emma Thompson, no papel da autora, e Tom Hanks, como Walt Disney. Eu adorei, me emocionei, ri e passei a gostar mais ainda de Mary Poppins. rsrsrs

Aí, não sei dizer ainda se estou gostando ou não da notícia, a Disney lançará uma nova versão de Mary Poppins em 2018, programada para o dia 25 de dezembro. A nova Mary Poppins deve se passar anos depois do original, quando as crianças Jane e Michael Banks já estarão adultos. Hum… Será ou não um grande presente de Natal para os fãs da babá voadora?

E, por fim, cheguei ao livro, meu objetivo principal.

Mary Poppins

Mary Poppins, de P. L. Travers –
Sinopse: Uma das histórias mais amadas por crianças e adultos do mundo todo, Mary Poppins volta para as prateleiras brasileiras. O texto recebeu ilustrações do estilista Ronaldo Fraga, tradução do escritor Joca Reiners Terron e posfácio da professora de literatura inglesa da USP Sandra Vasconcellos. Os desenhos – verdadeiros croquis de moda –, foram bordados à mão em tecido, e fotografados para integrar a edição. A edição especial conta ainda com uma luva em formato de bolsa, com estampa exclusiva desenhada por Ronaldo Fraga. O leitor vai, finalmente, descobrir a história de Mary Poppins, a babá mágica que chega inesperadamente para cuidar das crianças Banks e lhes abre os olhos para os mistérios e as maravilhas que nos cercam, todos os dias.

Preciso dizer algo mais? Ah, sim! EU QUERO! 😀

Um mês de Junho cheio das delícias de Mary Poppins para todos!

Beijocas!

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Nossos direitos como leitores!

Estimados leitores!

Meu post de hoje vem inspirado nas minhas aulas de literatura da semana. Estou trabalhando com meus alunos “direitos dos leitores”, porque nós temos direitos também, não é mesmo? Além de levá-los a construírem seu próprios direitos por meio de conversas a respeito do tema, apresento a eles os Dez direitos do leitor, por Daniel Pennac, escritor francês, ganhador do prêmio Renaudot por Diário da Escola, livro que, diga-se de passagem, quero muito ler.

Curto demais essa “brincadeira”!

Direitos

Por quê?

Direito 1. Porque sempre defendo que a leitura não deve ser obrigatória, quando se trata de lazer. Ela tem de ser um ato prazeroso, espontâneo, que vamos descobrindo aos poucos. Mas há outros prazeres também. Ver um filme, assistir a uma peça teatral ou a um show, tomar um sorvete passeando na praça em um dia de sol…

Direito 2. Porque às vezes a leitura está chata, ou estamos doidos para saber logo o final da história e o(a) narrador(a) encheu muita linguiça, ou porque estamos procurando nossos poemas favoritos ou lendo uma crônica ou outra…

Direito 3. Porque tem livro que não “cola” na gente nem a gente nele, aí não dá. O melhor é deixá-lo um pouquinho de lado até o dia em que ele pode vir a se encaixar direitinho em nós.

Direito 4. Porque, se vemos um filme várias vezes, por que não poderíamos reler um livro tantas vezes quanto sentirmos vontade? Cada leitura são novas descobertas e novas emoções.

Direito 5. Porque não vale de jeito algum essa coisa de “preconceito literário”. Cada um lê o que tem vontade de ler, que o agrada e o faz feliz.

Direito 6. Porque o grande barato de ler um livro é entrar na história e viver o que ali está sendo contado, fugindo dessa nossa realidade estressante. Além de nos distrair, relaxa e pode até curar algumas dores da alma, como a solidão, a ansiedade e a angústia.

Direito 7. Porque só quem gosta de ler de verdade entende que, se pudéssemos, não largaríamos nossos livros para nada. rsrsrsrsrs

Direito 8. Porque acontece de estarmos à procura apenas de algumas palavras que farão a diferença em determinado momento de nossas vidas.

Direito 9. Porque assim a história entra mais gostosa em nossa mente. Eu adoro, quando estou sozinha, ler em voz alta.

Direito 10. Porque, vamos falar a verdade, às vezes a história é tão marcante que não temos nem palavras para contar o que lemos. Parece que ela fica paradinha aqui no peito, igual a aqueles nós na garganta que dão quando estamos com quem amamos.

E ainda acrescento mais um:

Direito 11. Virar a noite lendo aquela história que arrebatou minha atenção, não conseguindo deixá-la para depois. 😀

E vocês? Apagariam alguns dos direitos escritos por Pennac? E qual ou quais acrescentariam?

E, oh, façam valer sempre os seus direitos como leitores, ok?!

Abraços literários para todos!

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