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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Opinião: Pela lente do amor, de Megan Maxwell

Oi povo!

Passando para registrar a leitura de mais um livrinho. 😀

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Sinopse: Ana Elizabeth troca o luxo e a riqueza da sua aristocrática família londrina pelas “calles” madrilenas, em busca do seu sonho: ser fotógrafa. Dona do seu nariz, ela monta com a amiga Nekane um estúdio fotográfico na capital espanhola e segue seu caminho de sucesso. No dia em que o prédio onde trabalham enfrenta um incêndio, Ana conhece Rodrigo, um dos bombeiros que atendem ao chamado da ocorrência. A troca de olhares aquece não só o corpo da fotógrafa, mas também seu coração e ela se entrega à inusitada amizade – com benefícios – que nasce entre eles.
Apesar de cúmplices, um balde de água fria vai comprometer a liga dessa relação, quando Rodrigo – um mulherengo de carteirinha – descobrir que sua querida Ana está grávida de um turista suíço que passou por sua vida sem passagem de volta e de quem ela só sabe o nome. E o que dirá sua pomposa família quando souber que ela está grávida de um desconhecido e é amante de um bombeiro pobretão? Só a leitura do livro revelará!

Então, para início de conversa, confesso que comecei a ler Pela lente do amor sem expectativas muito grandes, ainda que eu o tenha desejado. Alguns comentários que ouvi pouco antes de ganhá-lo deixaram-me ressabiada… Porém segui em frente. Aí, este livro só não ganhou cinco estrelas porque houve um entrave no meio do caminho. Vejam bem, não é uma história “papo cabeça” como costumo dizer aqui, mas, para os românticos, flui deliciosamente. Ela foi capaz também de me arrancar boas gargalhadas, e eu amo narrativas assim.

O livro ganhou o nome Pela lente do amor, porque conta a história de Ana, fotógrafa profissional que se apaixona pelo bombeiro Rodrigo, e em torno dos dois as coisas vão se desenrolando. Há algumas surpresas que nos incitam a continuar a leitura sem querer dar pausa. Sobre o entrave, deixe-me explicar melhor. Ana fica de queixo caído por Rodrigo, mas ele não quer nada com ela, e fica aquela lenga-lenga que parece interminável. A ficha dela então cai e, ao seguir com a sua vida em frente, passa a vez para o bombeiro que percebe que ela é o amor de sua vida. E lá se vai mais lenga-lenga. Tive muita vontade de xingar todos os dois por causa dessa enrolação, isto para vermos a que ponto chegamos em nosso envolvimento com as personagens das histórias que lemos. Além disso, quero observar que li em algum lugar que Pela lente do amor é uma narrativa erótica.Opa! Tem nada disso não. Tirando umas duas ou três passagens mais quentes, ela tem mais romantismo do que sexo em si. E elas aparecem tão amarradinhas que, na verdade, trazem é um charme a mais para a história.

E, para completar, digo com enorme prazer que me surpreendi com o final do livro. Adorei! 😀 Coisa rara de acontecer, diga-se de passagem, porque normalmente eles, os finais, é que costumam ser o grande entrave das histórias de que gosto. rsrsrsrs

Valeu a leitura!

Um superabraço para todos!

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Opinião: Amor à segunda vista, de Mhairi McFarlane

Leitores do coração!

Vamos falar de amor. Ou melhor, vamos falar de um livro que fala sobre o amor. rsrsrs Uma comédia-romântica levinha, supergostosa de ler que me embalou e deixou um cheirinho desse sentimento no ar por alguns dias das minhas queridas férias.

Amor à segunda vista

Sinopse: E se a pessoa de quem você mais fugiu no passado fosse agora de quem você precisasse? Anna era o patinho feio da escola, mas seguiu em frente e hoje, apesar de uma vida amorosa tragicômica, é feliz e realizada. Amor à segunda vista é sobre aceitar quem somos de verdade e ficar feliz com isso. Os leitores vão rir e lembrar que o mundo dá voltas, queridinha; afinal, tudo é possível, no amor e na vida.

Ahhh… Amor à segunda vista, de Mhairi McFarlane, é a história de amor entre Anna Alessi e James Fraser. Não tão simples assim, Anna é, na verdade, Aureliana, uma bem-sucedida professora universitária de história, que guarda um trauma da adolescência, época em que foi uma vítima constante de bullying na escola por ser gorda e desajeitada. E James, o bonitão da turma na época, foi um dos causadores desse trauma por uma série de motivos: porque Aureliana era apaixonada por ele, porque ele também ria dela junto com os colegas e porque, um dia que a jovem tinha esperanças de ser especial, ele colocou tudo a perder, humilhando-a em público em uma festa no último dia de aula.

Com o passar do tempo, Aureliana redescobriu-se e mudou seu jeito de ser. Emagreceu e tornou-se uma linda e inteligente mulher que fazia os homens virarem as cabeças para olharem-na. A partir dali ela passou a usar o nome Anna, como uma forma de deixar a adolescente sofrida para trás. O que ela não contava é que o destino a colocaria novamente no mesmo caminho de James, então criador de mídia digital recém-saído de um casamento com Eva (uma chata personagem secundária), e que esse passado voltaria a assombrá-la de uma outra forma. Primeiro eles se reencontram em uma festa de ex-alunos da Rise Park, escola onde estudaram, e, depois, os dois passam a trabalhar juntos em um projeto de exposição sobre Teodora, esposa de Justiniano (personagens históricos), no British Museum. Acaba surgindo entre eles uma bacana amizade regada a papos bem-humorados, inteligentes e a ótimas gargalhadas, com um único detalhe: James em momento algum de seus encontros reconheceu Aureliana na atual Anna Alessi.

O que rola então? É ler para saber. 😀

Gostaria, no entanto, de fazer algumas observações que julgo relevantes.

Primeiro, como os diálogos entre as personagens apresentam um tom sarcástico em suas colocações, é preciso um pouquinho mais de atenção para a leitura da história para nada passar batido, porque são muito legais.

Segundo, a história de Anna e James é uma história previsível, por isso não espere algo fantástico, mas se deixe levar por ela mesmo assim, pois ela nos diverte e nos faz constatar que as pessoas podem nos surpreender positiva ou negativamente, dependendo dos seus objetivos e interesses.

Terceiro, Aureliana é um caso entre tantos que acontecem por aí, dia após dia. Há muitos e muitas delas sofrendo com o desprezo do outro, ouvindo zoações e ganhando apelidos pejorativos que magoam e adoecem. Podemos ver resultado disso nos noticiários, quando nos deparamos com tragédias ocasionadas por pessoas adoecidas psicologicamente, vítimas de bullying e outras formas de preconceito.

Por último, quero comentar que minha edição apresenta muitos erros nos textos. Nunca li um livro com tantos assim. Que pena essa falta de cuidado na digitalização e revisão da obra. 😦

Bom, por hoje é isso. Espero que, quem gosta do estilo, anime-se a ler “Amor à segunda vista”. Eu recomendo!

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Um superabraço!

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Opinião: Damas de honra, de Jane Costello

Oizinho, meus leitores…

Que frio imenso, hein?! Aqui em BH está parecendo o Polo Norte comparado ao clima da mesma época de anos passados. Como sempre digo, bom demais para ler um livro, e eu adoro! Nem precisava dizer, né? 🙂 Foi o que fiz no fim de semana. Por isso o post de hoje é sobre uma obra da minha lista de desejados, presente que ganhei de aniversário.

Sinopse: Quando Evie Hart aceita ser dama de honra de sua melhor amiga, ela percebe que isso é o mais perto que conseguirá chegar do altar. Até hoje, aos 27 anos, Evie nunca viveu um grande amor. E, por ironia do destino, todos a seu redor, inclusive sua própria mãe, estão com os dias de solteiro contados. Ela treme só de pensar nos inúmeros casamentos que tem pela frente! Mas sua fobia de relacionamentos pode ter cura. Um convidado especial, que está sempre presente nas cerimônias, é capaz de fazer com que ela queira ser um pouco mais do que dama de honra. 

Decidi ler Damas de honra inspirada pelo primeiro livro de Jane Costello que li, Quase casados, que eu simplesmente amei. No entanto, minha experiência com esse não foi tão prazerosa quanto. Quer dizer, diverti-me e tudo mais porém Quase casados me arrebatou, enquanto Damas de honra proporcionou-me horas gostosinhas de distração. Percebem a diferença?

Bom, o livro conta a história de Evie Hart, uma jornalista de 27 anos, que não consegue engrenar namoro algum, terminando seus relacionamentos semanas após o início por não crer que foi feita para isso. Só que ela conhece Jack Williamson no casamento de sua melhor amiga Grace (primeiro casamento como dama de honra) e alguma coisa, então, muda dentro dela. Esta mudança tem um nome: amor. E a narrativa gira em torno dos casamentos de suas outras amigas e também o de sua mãe, assim como de seu relacionamento com Jack, que não chegou a me empolgar tanto.

Mesmo morninha, a trama fez-me dar boas risadas por causa das situações inusitadas passadas com as personagens, característica que me chamou a atenção para a autora tanto neste como no outro romance, e foi, por isso, um bom passatempo nessa minha última semana tão conturbada. Um destaque para a capa do livro que achei tão fofa, lembrando que a capa de Quase casados é uma de minhas favoritas, e também para o seu subtítulo “Quatro casamentos e nenhum funeral”, referência ao filme antigaço com Hugh Grant e Andie MacDowell, Quatro casamentos e um funeral.

Para os que gostam de uma comédia-romântica e uma leve distração, está aí a sugestão da semana. 😉

Abraçossssssss!

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Opinião: Samantha Sweet, de Sophie Kinsella

Meus leitores do ❤ ,

No início da semana, eu contei aqui sobre o meu primeiro contato com a autora Meg Cabot, por meio do livro Garoto encontra garota. Aí me lembrei de que, ano passado, vivi isso também com a escritora Sophie Kinsella. Lia tanta gente falando tão bem de seus livros que resolvi pagar para ver, e pagar literalmente, diga-se de passagem.

A obra escolhida foi Samantha Sweet, secretária do lar, cuja história é normalzinha, com seus clichês, mas também gostosa para uma leitura descontraída. O nome do livro é o nome da protagonista, uma advogada super dedicada à profissão, que um dia se vê diante de um erro cometido por ela que coloca tudo a perder em sua carreira. Desnorteada, ela vai parar em uma cidadezinha no interior da Inglaterra, onde reinicia a sua vida em meio a trancos e barrancos. Lá ela conhece Trish e seu esposo Eddie, que lhe dão um novo emprego, o de empregada (desastrada) doméstica, e o jardineiro da casa, Nathaniel, que a fará se sentir como nunca antes. E o sentimento que rola entre os dois foi o que mais me segurou na leitura, pois eu adoro esses romances água com açúcar que têm por aí.

Enfim, não foi uma descoberta de outro mundo para mim, porém foi muito melhor do que a experiência inicial que tive com a Emily Giffin, ocorrida também em 2015. Em relação à Meg Cabot, esta me cativou mais, deixando Sophie Kinsella em segundo lugar nessa lista de escritoras cujas histórias esperam para serem degustadas. 😀

Para quem gosta do estilo, dá para curtir esta leitura. 😉

Um delicioso fim de semana para todos!

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Opinião: Garoto encontra garota, de Meg Cabot

Oi, leitores amados!

Mais uma semana começando com força total, não é mesmo?! Então, vamos lá!

Hoje falarei sobre a minha primeira experiência com Meg Cabot. Para início de conversa, ela, para mim, era mais uma dessas autoras que a gente fica observando falarem dela e de suas histórias sem se aproximar muito, e confesso que até a última sexta-feita (13) ainda não havia me animado a conhecê-la. Porém, ao levar meus alunos à biblioteca da escola para fazerem empréstimos de livros, deparei-me com uma prateleira onde estavam em ordem várias obras de Meg (quanta intimidade, hein?! 😀 ), a maioria novinhas, e fiquei pensando: será que levo um emprestado ou não? Claro que não resisti e trouxe para casa o Garoto encontra garota, animadinha que só vendo, como se eu não tivesse livro algum aqui esperando para ser lido.

Sei que comecei a ler o bonitinho na sexta à noite mesmo, e ontem, também à noite, estava chegando ao seu final após horas deliciosas de uma leitura divertida e relaxante. Não é um livro para quem quer afinar o intelecto, mas, com certeza, a história de Kate Mackenzie nos tira por algumas horas deste mundo que anda tão conturbado e nos leva a um passeio pelas engraçadas situações pelas quais ela passa em sua vida, mesmo que não sejam igualmente tão divertidas para a protagonista.

A narrativa é toda contada por meio de mensagens, e-mails, bilhetes, recados em caixa-postal e páginas do diário da Kate. Tive a impressão que isso tornou a leitura mais dinâmica e gostosa, sem aquelas partes longas da fala de narradores. Pode ser que existam leitores que não curtam muito esse artifício, no entanto, vale a pena vez ou outra ler histórias assim. E só para situá-los um pouco sobre o que se passa com essa tal de Kate, né, vai um resuminho, sem spoiler, para vocês.

Kate Mackenzie trabalha há alguns meses na área de recursos humanos do New York Journal junto com sua amiga Jen Sadler que a indicou para o cargo. Jen também é a que dá abrigo à Kate após o término do relacionamento da amiga com o músico Dale Carter, com quem viveu dez anos, desde a adolescência. Ela, porém, se sente incomodada com a situação, pois Jen e o marido Craig estão tentando uma gravidez por meio de um tratamento, e tenta de alguma forma encontrar um conjugado para alugar e seguir sua vida.

Entre uma fofoquinha aqui e outra ali, Kate recebe a ordem de sua chefe Amy Jenkins para que ela demita a Sra. Ida Lopez, responsável pelo carrinho de sobremesas da empresa, devido a um desentendimento entre a doceira e o consultor jurídico do Journal, Stuart Hertzog. Assim, então, ela o faz. O que não contavam é que a Sra. Lopez processaria os responsáveis pela sua demissão por ter sido dispensada sem antes receber qualquer advertência por suas falhas. Como Stuie está noivo de Amy, ele prefere que seu irmão e também advogado, Micthell Hertzog, defenda a empresa nesse caso. Ao se encontrarem em uma das entrevistas, Kate e Mitch sentirão que alguma coisa mudou no coração deles. Aí, no meio dessa trama toda, há vários outros conflitos que vão acontecendo, dando à narrativa um sabor tipo “deixa eu saber o que vai acontecer aqui” até terminar a história.

Valeu a pena ter ficado deitadinha no sofá, num friozinho “bão”, curtindo esta leitura. 😉

Aprovado.fw

Um abração!

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