Opinião – 3 Livros de Sophie Kinsella

Até uns dois anos atrás, nunca havia lido obra alguma de Sophie Kinsella, mas sempre via por aí propagandas da série Beck Bloom, que não me interessava porque a adaptação para o cinema de Os delírios de consumo de Beck Bloom me dava nos nervos. rsrs Só que eu cismei que deveria me aventurar em uma de suas narrativas para poder “falar do que conheço” e comprei Samantha Sweet, executiva do lar, e, logo depois, À procura de Audrey, do qual gostei muito. E ficaria por aí, viu?! Quando assinei o Kindle Unlimited, encontrei lá quatro outras obras dela que me interessaram. E o que eu fiz? Coloquei-os em minha lista de leitura, é claro. 🙂

Hoje o post são minhas opiniões sobre três deles, compondo o “3 posts em 1”.

1. O segredo de Emma Corrigan

O segredo de Emma Corrigan

Eu esperava 1000 vezes mais deste livro! Até me diverti bastante, sabe, a ponto de dar boas gargalhadas em determinados pontos da história, mas, no geral, não gostei muito da forma como a narrativa se desenrolou. Puxa… Que coisa estranha. Será que algum segredo não me foi revelado, hein, e por isso fiquei no ar quando a narrativa chegou ao fim? 😮

Emma Corrigan é uma assistente de marketing há pouco tempo no emprego, que conhece acidentalmente, em uma viagem de avião, Jack Harper, um dos fundadores da Corporação Panther onde ela trabalha. Eles passam por um perrengue nesse voo, e Emma, sentindo um pavor imenso, começa a contar a ele muitos de seus segredos sem nem imaginar quem era aquele homem ao seu lado. Então, quando ele é anunciado na empresa e Emma se dá conta de que ali está o homem em quem despejou toda a sua vida secreta, inicia-se a reviravolta na vida dela. Claro que ela se apaixona por Jack assim como ele por ela e que a história vai caminhando em torno desse envolvimento. Rolam desencontros e mal-entendidos e, no fim, tudo acaba dando certo. Se eu gostei do final? Óbvio que não! Fraquinho demais da conta, sô! Se bem, como disse no começo, o desenrolar também é tão sem graça em certos pontos que um final como o que teve não poderia ser uma novidade.

❤ ❤ ❤ porque não teve muita graça no segredo de Jack (sim, ele também tinha um segredo…), motivo pelo qual o final deixou a desejar.

2. Fiquei como o seu número

Fiquei com o Seu Número

Começo perguntando: será que é possível uma coisa dessas acontecer na vida de alguém? Você achar um celular em uma lixeira em um momento de desespero e ele servir perfeitamente aos seus propósitos? Pois Poppy Wyatt teve esse privilégio nesta história. E não é só isso. Ela também conheceu um dos responsáveis pelo telefone, Sam Roxton, funcionário de grande importância de uma empresa de marketing ou publicidade (não me lembro bem), e, quem diria, surgiu daí uma amizade inusitada entre os dois.

Mas qual foi mesmo o motivo para isso tudo acontecer? Poppy perdeu o anel de seu noivado com Magnus, um homem estranho (obcecado por livros), de uma família igualmente estranha (obcecada por livros), que me causou calafrios. A descrição da casa deles e de suas vidas revelou-me uma vida sombria e sem graça, e o tempo todo fiquei me perguntando por que Poppy insistia em manter um relacionamento com essa pessoa já que nada tinha a ver com o jeito ingênuo e amoroso dela. São as interrogações da vida, não é mesmo? Apesar disso, consegui me divertir com Poppy, Sam e suas conversas via sms. Esperei ansiosa pela parte da narrativa em que os dois se entenderiam de outra forma e achei linda a cena em que ele a guia pelo celular (sms) para encontrá-lo em meio a escuridão de um jardim. Só lendo para entender bem essa parte com todo o sentimentalismo necessário.

Finalizando, entre tramas, intrigas e diversão, a história de Poppy e Sam é bem bacana e serve para nos distrair naqueles dias em que a última coisa que queremos fazer é colocar a cachola para pensar em chatices.

Nota ❤ ❤ ❤ ❤ porque, apesar de ser uma historinha chick-lit, eu me diverti muitão! 😀

3. Lembra de mim?

Lembra de Mim?

Partindo para Lembra de mim?, deparei-me com uma história da qual gostei mas que não foi um amor instantâneo nem entrou na minha lista de preferidos. Por quê? Bom… Porque passei a maior parte da narrativa angustiada por causa da amnésia de Lexi, personagem principal. Coitada. Ela sofre um acidente e, ao acordar depois no hospital, não se recorda dos últimos três anos de sua vida, ou seja, está em 2007 e tem 28 anos, mas pensa que está lá em 2004, com seus 24 anos. E para retomar a sua vida dali em diante como uma executiva bem-sucedida e casada com um gato de um homem rico e carinhoso do qual não se lembra nem remotamente não é nada fácil.

Gente! Como deve ser ter um pedaço de sua vida apagada da memória e ter de seguir em frente com tudo do jeito que está, hein? Uau! E a história de Lexi resume-se nisto, em sua tentativa, por vezes desastrosa, de tocar o barco sem as coordenadas necessárias. Ela tem de resgatar os acontecimentos desse hiato de três anos para entender várias situações com as quais se depara , como a indiferença de suas grandes amigas, o alto posto de chefia no trabalho, o seu casamento com Eric e seu caso extraconjugal com Jon. Sim! E ela também não entende como se tornou uma mulher bonita e com vida saudável. Tudo isso a deixa desnorteada, e a mim também! kkkkk No entanto, sabe, vale a pena ver como se deu todo esse processo. Fez-me lembrar daquela frase feita: “se a vida te der limões, faça uma limonada”. Lexi fez isso no passado, só não contava que o sucesso dela ficaria depois amargo. Ainda bem que no final deu tudo certo. Ela recupera a memória (é claro!), todas as suas dúvidas, problemas e angústias se resolvem e todos nesta história vivem felizes para sempre! kkkkk

Ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ porque nos faz refletir sobre alguns pontos importantes da vida, como o amor-próprio, o valor das amizades e o preço do sucesso. 😉

Assim, para quem gosta de comédias-românticas, Sophie Kinsella serve um buffet até bacana para se degustar. É só preparar o pratinho e mandar ver.

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Boa leitura! 😀

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A amante do oficial, de Pam Jenoff

Apesar de serem tristes, tenho uma certa atração por histórias que envolvem a Segunda Guerra Mundial. É contraditório sentir prazer em ler narrativas cujo holocausto – época em que milhões de vidas foram ceifadas pelo governo nazista na Alemanha – aparece como um cenário sombrio, desumano e perturbador da trama, mas é também verdade que as mazelas da vida costumam despertar a nossa atenção, quando sequestram o nosso emocional e nos mantem reféns do sofrimento e da dor do outro. Então, ao escolhermos histórias sobre o genocídio judeu, optamos em viver um pouco do que esse povo passou naquela ocasião com nosso olhar indignado e um coração cheio de revolta contra soldados e cidadãos alemães e qualquer um outro que tenha sido a favor de tal barbárie. Eu me debulho em lágrimas, sim, todas as vezes que leio um livro sobre o tema, e todas as vezes sinto-me exausta física e psicologicamente ao terminá-los. Falei sobre isso também no post A bibliotecária de Auschiwitz, sobre como entramos de corpo e alma na vida dessas personagens e como saímos dela.

Aí, pela primeira vez li um livro sobre o tema que me fez ver uma personagem pertencente ao governo alemão com olhos condescendentes. Não sei se foi a intenção da autora despertar esse sentimento nos leitores (no fundo creio que não), mas sei que aconteceu comigo, levando-me, inclusive, à reflexão sobre como direcionamos o nosso sentimento preconceituoso à pessoas que fazem parte de determinados grupos que não são bem quistos na sociedade em que vivem. sem levar em conta que seu caráter nada tenha a ver com o padrão.

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A amante do oficial, de Pam Jenoff – Editora Harper Collins – conta a história da judia Emma Brau, de apenas 18 anos, recém-casada com o também jovem Jacob, integrante da Resistência durante o domínio alemão na Polônia. Como Jacob precisa partir para ajudar na “luta”, Emma se vê obrigada a ir morar com os pais no gueto de Cracóvia. Porém, em uma calada da noite qualquer, alguém a recolhe de lá. Ela ganha nova identidade e passa a ser Anna Lipowski, uma moradora comum da cidade, tudo sob a proteção de Krysia, tia católica de Jacob, com quem passa a morar. Nesta parte já podemos concluir a quem atribuir a autoria do resgate de Emma.

Na casa da Sra. Krysia, durante um jantar oferecido por esta dama da sociedade, Emma/Anna conhece o comandante nazista Georg Richwalder, um verdadeiro gentleman e um homem bastante atraente também, que, rendido aos encantos da judia, a convida para ser sua secretária no governo de Cracóvia. Com objetivos de manter o disfarce e ajudar a Resistência, Emma/Anna aceita o cargo e passa a trabalhar no gabinete dele e a espionar os alemães e seus planos secretos.

Daí, como poderia se esperar, surge uma forte atração entre os dois. Emma/Anna não resiste ao charme do comandante nem a sua atenção e carinhos. Seus pensamentos são os de que isso é uma oportunidade de ajudar ainda mais a Resistência, por ela ter acesso ao apartamento de Georg, onde poderiam haver documentos importantes e de interesse para o grupo. Sinceramente? Essa pode ter sido a sua intenção, mas eu creio que, na verdade, ela quis foi dar vazão aos seus desejos mais secretos de mulher, pois seus encontros com o comandante são bem apaixonados, apesar da culpa que sente. A relação amorosa entre os dois é também muito triste, devido às circunstâncias, ainda que renova em Georg as esperanças no amor, já que seu passado nesse campo da vida é marcado por lembranças dolorosas para ele.

Bom… Se passo disso, revelo o desfecho da história, e aí não há surpresas. Acredito que a grande questão que envolve esse romance é com quem Emma/Anna ficará no fim. Deixo apenas duas perguntas.

1. Um comandante alemão da Segunda Guerra pode se redimir e largar tudo para viver um grande amor com uma judia ou o mocinho da história sobreviverá para seguir com sua vida ao lado da esposa?

2. Para qual casal seria a sua torcida?

E para terminar, A amante do oficial ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ por conta do final que eu quis muito, muito que fosse diferente. Quem já o leu, talvez, me entenda.

Abraços!

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O que li em janeiro de 2018?

Janeiro, mês de férias e nada daquele papo de acordar às cinco da manhã para trabalhar, ou seja, sem hora para dormir e bastante tempo para leituras descontraídas. Como, normalmente, eu não costumo planejar o que vou ler, minhas escolhas neste início de ano também foram aleatórias, li o que me deu vontade.  Algumas escolhas que fiz me agradaram bastante, outras, nem tanto, mas valeram pelas horas de relax, distração e divertimento.

start.fw Primeiramente, virei o ano lendo um e-book achado lá no meio dos disponíveis do Kindle Unlimited, que foi uma leitura que valeu a pena, mas com ressalvas. Estou falando de Proteja-me, de Mila Wander e Josy Stoque, que trouxe uma boa história sobre relacionamentos abusivos dentro de casa, como violência sexual e cárcere privado de filhos, pecando, no entanto, no tamanho da narrativa, a qual achei longa (principalmente nos detalhes eróticos) e, por vezes, cansativa. Ganhou  ❤ ❤ ❤ .

Proteja-Me

Sinopse: Celina buscava um casamento estável com um dominador e tem orgulho de ter esperado o homem certo aparecer. Pouco importa que só aconteceu aos seus 40 anos, que Ramon seja viúvo e tenha dois filhos do primeiro casamento. Ela ainda é bonita, cuida do corpo e da pele, tudo para laçar de vez um marido rico, charmoso, gostoso e que cuide dela. Ainda na lua de mel, Celina descobre que o relacionamento com um político influente pode destruir o romantismo que sempre sonhou vivenciar. Para piorar a situação, seus enteados Drian e Lya não aceitam que ela tome o lugar da falecida mãe, criando um clima desconfortável em seu novo lar logo no primeiro dia. Se sentindo sozinha e uma estranha na mansão dos Moura Lenox, a submissa se entrega de corpo e alma na função de esposa perfeita. Porém, a ausência constante do poderoso marido a aproxima de Drian, o primogênito sério e disposto a seguir os passos do pai na carreira pública. Ambos só querem agradar Ramon, mas a companhia um do outro se mostra cada dia mais indispensável, o que pode significar tanto a felicidade, quanto a completa ruína da família.

heart.fw Depois, tive o prazer de iniciar a leitura de Todos de pé para Perry Cook, de Leslie Connor – Editora Harper Collins – sentada de frente para um marzão lindo de viver! Pena que o tempo estava nublado nesse dia. Sobre este livro, faço questão de dedicar a ele um post individual depois. Adianto somente que é um livro que vale a pena ler. 😉

Para ele eu dei ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ .

Sinopse: Perry Cook, aos 11 anos, só conheceu uma casa: o Instituto Penal Misto Blue River. Mas apesar de ter nascido e sido criado em uma penitenciária, ele não deseja viver em nenhum outro lugar; lá ele tem a mãe, a benevolente diretora e um grupo de prisioneiros divertidos e bondosos que lhe ensinam lições valiosas todos os dias. Quando, porém, o novo promotor descobre a permanência irregular de Perry em Blue River, ele resolve libertar o menino, mesmo contra a vontade dele. Em sua jornada para se reunir com a mãe, Perry vai mergulhar não só em uma investigação sobre o crime que a levou à prisão mas também em uma jornada emocionante e divertida, perfeita para fãs de Extraordinário e O menino do pijama listrado.

start.fw Então, chegou a vez de Ligeiramente seduzidos, de Mary Balogh (Livro #4 da série Os Bedwins) – Editora Arqueiro. Hum… Quando li Ligeiramente casados, achei a história tão linda! Aí, claro que a gente quer se enveredar pelas outras narrativas da série, mas, à medida que foi passando, a sensação que tive é de que estava lendo a mesma história porém com outras personagens, porque os enredos são praticamente os mesmos. Ainda assim é gostoso ler livros de época, e eu curti de boa a trajetória de Morgan Bedwyn junto ao conde de Hosthorn até, adivinhem onde? O altar. 😀

Ganhou ❤ ❤ ❤ .

Ligeiramente Seduzidos

Sinopse: Jovem, estonteante e nascida em berço de ouro. É apenas isso que Gervase Ashford, o conde de Rosthorn, enxerga em Morgan Bedwyn quando a conhece, num dos bailes da alta sociedade inglesa em Bruxelas. Em circunstâncias normais, ele não olharia para ela duas vezes – prefere mulheres mais velhas e experientes. Porém, ao saber que Morgan é irmã de Wulfric Bedwyn, a quem Gervase culpa pelos nove anos que passou longe da Inglaterra, decide que ela é o instrumento perfeito para satisfazer seu desejo de vingança. Mas Morgan, apesar de jovem e inocente, também é independente e voluntariosa e, assim que entende as intenções do conde, se prepara para virar o jogo e deixar claro que não se deixará manipular por ninguém. 
Em Ligeiramente Seduzidos, quarto livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos brinda com mais uma história fascinante. Em uma trama repleta de traição e vingança, escândalo e sedução, ela mostra que o caminho para o amor pode ser difícil, mas que a recompensa faz cada passo valer a pena.

diamond.fw E foi com muito carinho que iniciei a leitura de A pequena livraria dos corações solitários, de Annie Darling – Editora Verus.

Para começo de conversa, comprei este livro principalmente por causa da linda capa. O título também foi bastante sugestivo. Além disso, há a questão de toda a história se passar na Livraria Bookends, cuja dona morre ainda no início da narrativa, deixando nas mãos de Posy Morland não apenas o estabelecimento, mas também a casa no andar de cima onde a jovem mora com seu irmão adolescente Sam. Ela tem dois anos para reerguer a loja, que anda com as vendas em baixa, para se manter como proprietária do imóvel. Então surge a ideia de transformar a livraria em um lugar para clientes que curtem livros de romance, assim como ela, que tem verdadeira paixão por esse tipo de leitura, e todos começam a colocar a mão na massa para essa mudança. Há em seu caminho, no entanto, o insistente Sebastian, neto de Lavínia (falecida dona da livraria) que quer de toda forma trabalhar com Posy, porém com foco oposto. Ele tem a ideia fixa de especializar a Bookends em uma loja que vende ficção policial. E em torno dos constantes problemas entre os dois é que rola a trama.

O que mais gostei na história foram os planos de Posy para sua reformulada livraria. Sonhei junto com ela todo tempo, pois adoraria montar um negócio parecido com esse, se tivesse condições. Ah! Quem sabe um dia, né? 🙂

Ela ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ .

A Pequena Livraria dos Corações Solitários

Sinopse: Era uma vez uma pequena livraria em Londres, onde Posy Morland passou a vida perdida entre as páginas de seus romances favoritos. Assim, quando Lavinia, a excêntrica dona da Bookends, morre e deixa a loja para Posy, ela se vê obrigada a colocar os livros de lado e encarar o mundo real. Porque Posy não herdou apenas um negócio quase falido, mas também a atenção indesejada do neto de Lavinia, Sebastian, conhecido como o homem mais grosseiro de Londres. Posy tem um plano astucioso e seis meses para transformar a Bookends na livraria dos seus sonhos — isso se Sebastian deixá-la em paz para trabalhar. Enquanto Posy e os amigos lutam para salvar sua amada livraria, ela se envolve em uma batalha com Sebastian, com quem começou a ter fantasias um tanto ardentes. Resta saber se, como as heroínas de seus romances favoritos, Posy vai conseguir o seu “felizes para sempre”.

Observção: já, já sai do forno o livro #2 dele. Dá uma olhada…

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start.fw Em seguida, resolvi ler Uma noite com Audrey Hepburn, de Lucy Holliday – Editora Harper Collins – que estava na minha lista há um tempão, mas só agora consegui o e-book.

Confesso que o que mais me chamou a atenção para esse livro foi a presença de Audrey Hepburn na história. Queria saber como se dava isso. Pura curiosidade. Não foi de todo ruim, nem vou dizer que foi tempo perdido, porque até que eu dei umas boas risadas em algumas partes, mas… mas… hum… faltou muito aquele toque especial na narrativa, mesmo sendo um romance simples. Além disso, o fim dela não é bem um fim propriamente dito. A história parou de repente, e foi aí que me dei conta de que são três volumes e que só no terceiro é que tudo tem o seu desfecho de fato. Aí eu fiquei com cara de “como assim?!”. kkk E eu não estou muito animada a ler os outros dois, não. 😦

Dei só ❤ ❤ ❤ .

Uma Noite Com Audrey Hepburn

Sinopse: A atriz Libby Lomax encontrou seu refúgio no mundo dos filmes clássicos, nos quais as deusas imortais favoritas da tela parecem oferecer muito mais romance do que a vida real. Depois de um dia terrível no set de filmagens, onde ela passou a maior vergonha de todos os tempos na frente do elenco inteiro e, pior, do astro sexy e notório bad boy Dillon OHara, tudo o que Libby consegue fazer é se jogar no sofá e assistir a Bonequinha de luxo pela milionésima vez. De repente, ela se surpreende ao ver a estrela do cinema, Audrey Hepburn, sentada bem ao seu lado, em seu vestidinho preto, clássicos óculos escuros e cigarrilha vintage, cheia de conselhos para dar. Mas será que Libby realmente é capaz de transformar sua vida de fracasso em um incrível blockbuster? Talvez, com um pouquinho da ajuda mágica de Audrey, ela até consiga.

Só para que conheçam, os outros dois são:

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Bom, e para terminar, FINALMENTE comecei a ler A culpa é das estrelas! Tive meus motivos para adiar este encontro, e até hoje não vi o filme para não comprometer a leitura. Acredito que antes de encerrarmos janeiro o terei lido todo. De qualquer forma, ele já entra na lista do próximo mês para os comentários.

Ufa! Acabou! kkkkk

Até a próxima!Assinatura18.fw

Não deixe para depois o que você pode fazer agora, de Rita Emmett

DSC017792018, para mim, já tem sido um ano de mudanças, tanto na vida pessoal quanto no trabalho. E são tantas as coisas para se colocar em prática, que deu um nó aqui na cabeça, como não poderia deixar de ser para uma pessoa que é ao mesmo tempo ansiosa e procrastinadora. Quando me sinto embolada assim, eu pego um caderninho que eu tenho, o qual eu chamo de “caderno de organização mental” (kkkkk), e escrevo nele, em uma ordem lógica, tudo o que é preciso ser feito e quais são os caminhos possíveis para se alcançar os objetivos. Feito isso, parto para a montagem da minha lista de demandas  para me orientar no momento de planejar as minhas tarefas. Eu não consigo me organizar se não tiver uma lista do que tenho de fazer como guiança e costumo montá-las para tudo, pois elas me mostram como andam minhas ações e o que eu já concluí.

Lista, listinha, listão!

Não importa o tamanho, elas funcionam! No livro Não deixe para amanhã o que você pode fazer agora, de Rita Emmett, aborda-se essa questão de se fazer listinhas. separei alguns pontos que julgo importantes para compartilhar aqui.

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1. Por que as listas são importantes?

As listas são importantes porque:

  • Ajudam a lembrar o que tem de ser feito.
  • Mantêm o foco.
  • Orientam ao mesmo tempo que são motivadoras.
  • Proporcionam o estabelecimento de metas.
  • Auxiliam na definição de prioridades.
  • Dão alegria quando você risca o que já foi feito. Permitem que se visualize as tarefas.
  • Organizam e esclarecem seu pensamento, podendo sair do genérico para o específico.

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2. Como cuidar das listas?

Para que suas listas deem certo, você precisa cuidar delas.

Em primeiro lugar, você deve estabelecer um lugar para colocar sua lista e consultá-la sempre. Pode ser na agenda, no quadro de avisos, na porta da geladeira… Não importa onde, mas que seja um local a que você tenha sempre acesso. Daí, cuidar e recorrer a ela com regularidade se tornará um hábito.

A segunda dica é colocar a data no alto de sua lista e não a jogar fora depois que terminar as tarefas. De fato é muito bom folhear as listas já finalizadas e constatar o que foi realizado ao longo do período. Fazer isso é como uma mola que nos impulsiona a continuar a cria-las.

A terceira dica, e não menos importante é que se você perceber que ao criar novas listas repete itens não realizados na anterior, de duas, uma: ou você os cumpra hoje ou estabelece uma data para isso, ou decida que não os fará. Fazendo isso será uma cobrança a menos, pois podemos nos sentir incompetentes encontrando sempre essas tarefas em nossas listas. Decidindo pela não repetição, volte à lista anterior e escreva na frente do item “Omitir” ou “Não é prioritário”. Assim você saberá qual foi o destino dele. Se um dia for propício retomar a ideia e coloca-la em prática de imediato, volte com ela para a sua lista atual.

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3. Quando é o melhor horário para você montar suas listas?
Muito simples: você é diurno ou noturno? Em qual período do dia você se concentra melhor ou está com a mente mais arejada? Siga seu horário interno, sente-se com papel e caneta em mãos e comece a se organizar. No meu caso, curto fazer minhas listinhas no domingo pela manhã, após tomar o café, pois, ao mesmo tempo em que ainda estou com a mente fresca do fim de semana, já penso em como será minha semana, tudo sem perder o foco.

Então, se você sente sua vida meio desorganizada, experimente fazer suas listas.

Sucesso para você!

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Como água para chocolate, de Laura Esquivel

Hoje vou de Como água para o chocolate, escrito por Laura Esquivel – Editora: BestBolso, título da sequência de leituras de janeiro de 2017. Para esclarecer tão grande atraso, normalmente eu leio os livros e escrevo um texto opinativo sobre eles em meu Diário de Leituras, para depois transcrevê-los para cá. O trabalho e a correria na vida, porém, muitas vezes me fazem protelar as postagens, e minhas impressões sobre as obras lidas acabam ficando quietinhas no caderno esperando serem resgatadas. Vamos à esta, então!

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Sinopse: É na cozinha que Tita, a protagonista, passa a maior parte do tempo. Sua vida está relacionada aos pratos que afetuosamente prepara. Este romance narra a história de Tita desde o seu nascimento em um rancho no norte do México, com destaque para sua juventude, o amor por Pedro, e a missão de cuidar da dominadora Mãe Elena. O tempero combina a revolução mexicana no início do século XX com o realismo fantástico marcante na literatura latino-americana. Uma obra para ser apreciada em todos os sentidos.

op.fw Passada ao norte do México, Como água para chocolate é a história de Tita de la Garza, uma adolescente que vive sob as rédeas de Mãe Elena, de quem, de acordo com uma tradição familiar, tem de cuidar exaustivamente até a morte, seja de uma ou de outra. Já seu pai morre quando ela ainda é bem nova, ficando sob a figura da matriarca o poder do rancho onde viviam.

A narrativa vem dividida em doze capítulos referentes aos doze meses do ano, e cada um deles inicia-se com a preparação de uma receita. Há uma mistura de sentimentos diversos – tristeza, amor, alegria, paixão etc – com a marcante culinária mexicana. Cada prato feito tem o sabor do que é sentido por Tita, que os cozinha. Verdadeiros rituais para prepará-los, desde a separação dos ingredientes e o cozimento até o extravaso do que lhe tomava o peito.

O eixo central é o amor/paixão existente entre ela e Pedro, este que se casa com Rosaura, irmã de Tita, a fim de poder ficar perto dela, já que Mãe Elena a proíbe de casar por conta da obrigação que lhe foi imposta e que ela carrega como um fardo.

Há também a presença de John Brown, o médico da história, que traz um pouco de calmaria para a vida de Tita. John nutre pela jovem um grande amor e cuida para que ela se sinta pelo menos um pouco feliz diante da tortura que é amar o proibido e viver na tentação de pecar contra a irmã.

Eu, por vezes, senti-me sufocada com a leitura, porque a história é densa, angustiante por conta da peleja das personagens. Quanta vida sofrida… E há um toque marcante de fantasia (a chamada realidade fantástica) em muitos dos acontecimentos passados ali, fazendo nos sentir delirantes após nos empaturrarmos com as comidas preparadas na cozinha de Tita.

Fora isso e apesar da densidade, a linguagem poética da narrativa nos toca e, na minha opinião, é o que faz valer realmente a leitura do livro. Gosto muito quando as palavras dançam aos nossos olhos despertando-nos para a beleza delas, e em Como água para chocolate elas me proporcionaram esse prazer. Ainda bem, pois desejei tanto lê-lo que me sentiria decepcionada se não houvesse esse lado recompensador.

Então ele ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ .

Para finalizar, há uma adaptação da obra para filme, o qual ainda não tive a oportunidade de ver.  De acordo com informações, é uma adaptação fidedigna à obra, indicado, inclusive ao Oscar de melhor filme estrangeiro na época.

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Para quem curte, fica a dica!

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Retrospectiva – Meus livros em 2017

Meus livros

2017 foi um ano de muitas leituras para mim. Graças ao Kindle Unlimited, assinatura de empréstimos de e-books pela Amazon, pude aventurar-me um pouco mais por esse mundo dedicadamente. Li de tudo! Emocionei-me, chorei, ri, sonhei, irritei-me, perdi a paciência… rsrsrs e fui feliz, porque ler é uma das coisas que mais gosto de fazer, sem dúvida alguma.

Então, resolvi fazer a minha retrospectiva de obras lidas ano passado, com a ajuda do Skoob, é claro, porque eu não conseguiria listar tudo de cabeça não. Foi assim:

Janeiro –

  1. Fangirl
  2. Com amor, Antony
  3. Não conte a ninguém
  4. Teoria do amor
  5. À procura de Audrey

Fevereiro –

 Março –

  1. Popular
  2. O sorriso das mulheres
  3. Sorrisos quebrados

Abril –

  1. Nada mais a perder

Maio –

Junho –

Julho –

Agosto –

Setembro –

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Livro impresso

Outubro –

Novembro –

 

Dezembro –

Sobre alguns desses livros eu já dei a minha humilde opinião aqui no blog. Deixei o link após cada grupo de capas caso queiram dar uma olhada. Em breve, postarei comentários e opiniões sobre os demais. É só me acompanhar.

As viagens “leiturísticas” de 2018 já estão a pleno vapor. O ano promete! 😀

Um abração!

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“Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada”

Pessoal,

A dica de leitura para hoje fica por conta do “Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada, de Maya Van Wagenen, também personagem principal do livro.

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São páginas de um diário onde ela registrou suas ações baseadas no livro “O guia da popularidade”, publicado originalmente na década de 50 pela ex-modelo adolescente Betty Cornell.

Apesar das ideias serem antiquadas, Maya decide seguir os conselhos ali escritos, durante todo o ano letivo (sugestão dada por sua mãe), e, de uma garota sem graça e rejeitada, torna-se descolada e popular na escola, bem como sugere o título da obra.

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Betty Cornell e Maya Van Wagenen

Eu adorei sua trajetória. Foi muito bacana ver como ela descobriu que ser popular nem sempre é o que parece e também que ter estilo depende de nos sentirmos livres para ser quem somos.

Valeu super a pena a leitura! 😀

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