Opinião: Damas de honra, de Jane Costello

Oizinho, meus leitores…

Que frio imenso, hein?! Aqui em BH está parecendo o Polo Norte comparado ao clima da mesma época de anos passados. Como sempre digo, bom demais para ler um livro, e eu adoro! Nem precisava dizer, né? 🙂 Foi o que fiz no fim de semana. Por isso o post de hoje é sobre uma obra da minha lista de desejados, presente que ganhei de aniversário.

Sinopse: Quando Evie Hart aceita ser dama de honra de sua melhor amiga, ela percebe que isso é o mais perto que conseguirá chegar do altar. Até hoje, aos 27 anos, Evie nunca viveu um grande amor. E, por ironia do destino, todos a seu redor, inclusive sua própria mãe, estão com os dias de solteiro contados. Ela treme só de pensar nos inúmeros casamentos que tem pela frente! Mas sua fobia de relacionamentos pode ter cura. Um convidado especial, que está sempre presente nas cerimônias, é capaz de fazer com que ela queira ser um pouco mais do que dama de honra. 

Decidi ler Damas de honra inspirada pelo primeiro livro de Jane Costello que li, Quase casados, que eu simplesmente amei. No entanto, minha experiência com esse não foi tão prazerosa quanto. Quer dizer, diverti-me e tudo mais porém Quase casados me arrebatou, enquanto Damas de honra proporcionou-me horas gostosinhas de distração. Percebem a diferença?

Bom, o livro conta a história de Evie Hart, uma jornalista de 27 anos, que não consegue engrenar namoro algum, terminando seus relacionamentos semanas após o início por não crer que foi feita para isso. Só que ela conhece Jack Williamson no casamento de sua melhor amiga Grace (primeiro casamento como dama de honra) e alguma coisa, então, muda dentro dela. Esta mudança tem um nome: amor. E a narrativa gira em torno dos casamentos de suas outras amigas e também o de sua mãe, assim como de seu relacionamento com Jack, que não chegou a me empolgar tanto.

Mesmo morninha, a trama fez-me dar boas risadas por causa das situações inusitadas passadas com as personagens, característica que me chamou a atenção para a autora tanto neste como no outro romance, e foi, por isso, um bom passatempo nessa minha última semana tão conturbada. Um destaque para a capa do livro que achei tão fofa, lembrando que a capa de Quase casados é uma de minhas favoritas, e também para o seu subtítulo “Quatro casamentos e nenhum funeral”, referência ao filme antigaço com Hugh Grant e Andie MacDowell, Quatro casamentos e um funeral.

Para os que gostam de uma comédia-romântica e uma leve distração, está aí a sugestão da semana. 😉

Abraçossssssss!

Assinatura blog.fw

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