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Preconceito literário

Minha gente,

Dias atrás eu resolvi assistir a um vídeo sobre livros lidos de uma youtuber e, juro, consegui me sentir uma ameba diante das leituras que ela havia feito. Kkkkk Pensei comigo: “Mulher! Veja bem o que essa pessoa lê.” E fiquei de boca aberta ali na frente da tela do computador processando aquilo. Somente clássicos e calhamaços dignos que reluziam em suas mãos provocando em mim uma certa vergonha por ter em minha lista de leitura livros tão mais simples cujas narrativas nem chegam aos pés daqueles.

Bom… Fiquei bastante inquieta com esse repentino peso na consciência, querendo reparar de qualquer jeito minha falha enquanto leitora de não privilegiar tão nobres obras assim como a colega. Ainda bem que vale o ditado “nada como um dia após o outro”, pois pude recuperar a minha razão antes de sair por aí adquirindo um monte de livro que ficaria encostado na prateleira esperando a sua vez só porque eu não queria me sentir uma leitora de Chick Lit (a chamada literatura de mulherzinha). É claro que não leio apenas esse tipo de livro, assim como é óbvio também que eu leio clássicos e outros títulos considerados top de linha, mas se eu estou numa fase, por exemplo, de ler somente romancinhos água com açúcar, qual é o problema disso? Quando se trata de entretenimento, o que vale é o que me diverte, o que me comove, o que me apaixona… Vale também o que me tira deste mundo e me leva a outros lugares para viver novas histórias. Vale para suprir a falta de uma companhia ou para aliviar aquele peso nas costas que às vezes a vida nos traz. Vale e valerá sempre de acordo com o que cada um tem como objetivo em sua caminhada literária. Já contei aqui que essa minha paixão pela leitura e pela escrita vem do tempo em que eu lia os romances de banca Júlia, Sabrina e Bianca. Por meio deles foi que descobri esse vasto universo de possibilidades a que hoje tenho acesso. Graças a Deus, viu, pois como sou feliz em minha relação com os livros! 😀

Então, o pensamento para este dia é que sejamos sempre livres para fazer a leitura que quisermos, sem nos sentirmos uma ameba ou qualquer outra coisa parecida! rsrsrs

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Ótimas leituras a todos!

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Seleção de desejados – Fevereiro

Post retroativo, bem atrasado… Porém, antes tarde do que nunca. rsrsrs

Março, mês das chuvas de final de verão, não é um mês que curto muito por diversos motivos. Talvez, por isso, senti-me meio em off nos últimos dias. Apesar da vagareza na vida em geral, meu olhos mantiveram-se afiados nas leituras. Estou até pensando em fazer uma lista aqui de tudo o que li até o momento ou quando fechar o mês. Não sei…

Bom… Não separei muitos títulos no último mês, mas, mesmo assim, fiz a seleção de 5 obras como é meu costume fazer como desejados. Então vamos lá.

1. Todos de pé para Perry Cook, de Leslie Connor – Editora Harper Collins Brasil.

Todos de Pé Para Perry Cook
Literatura estrangeira infantojuvenil

Sinopse: Perry Cook, aos 11 anos, só conheceu uma casa: o Instituto Penal Misto Blue River. Mas apesar de ter nascido e sido criado em uma penitenciária, ele não deseja viver em nenhum outro lugar; lá ele tem a mãe, a benevolente diretora e um grupo de prisioneiros divertidos e bondosos que lhe ensinam lições valiosas todos os dias. Quando, porém, o novo promotor descobre a permanência irregular de Perry em Blue River, ele resolve libertar o menino, mesmo contra a vontade dele. Em sua jornada para se reunir com a mãe, Perry vai mergulhar não só em uma investigação sobre o crime que a levou à prisão mas também em uma jornada emocionante e divertida, perfeita para fãs de Extraordinário e O menino do pijama listrado.

2. Farmácia Literária, de Leslie Connor – Editora Verus.

Farmácia Literária
Literatura estrangeira autoajuda

Sinopse: Lido no momento certo, um livro pode mudar sua vida. “Farmácia literária” é um tributo a esse poder. Mais de 400 livros para curar males diversos, de depressão e dor de cabeça a coração partido Para criar esta obra, as autoras viajaram por dois mil anos de literatura, selecionando livros que promovem felicidade, inspiração e sanidade, escritos por mentes brilhantes que nos mostram o que é ser humano e nos permitem identificação ou até mesmo catarse. Estruturado como uma obra de referência, em “Farmácia literária” os leitores podem simplesmente procurar por sua “doença”, seja ela agorafobia, tédio ou crise da meia-idade, e encontrarão um romance como antídoto. A biblioterapia não discrimina entre as dores do corpo e as da mente (ou do coração). Está convencido de que tem sido covarde? Leia O sol é para todos e receba uma injeção de coragem. Vem experimentando um súbito medo da morte? Mergulhe em Cem anos de solidão para ter uma nova perspectiva da vida como um ciclo maior. Ansioso porque vai dar um jantar na sua casa? Suíte em quatro movimentos, de Ali Smith, vai convencê-lo de que a sua noite nunca poderá dar tão errado. Brilhante e encantador, Farmácia literária pertence tanto à estante de livros quanto ao armário de remédios. Esta obra vai fazer com que até mesmo o leitor mais aficionado descubra um livro do qual nunca ouviu falar e enxergue com outros olhos aqueles mais familiares. E, mais importante, vai reafirmar o poder da literatura de distrair e fazer viajar, repercutir e curar, além de mudar a maneira como vemos o mundo e nosso lugar nele.

3. Ligações, de Rainbow Rowell – Editora Novo Século.

Ligações
Literatura estrangeira

Sinopse: Georgie McCool sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura.
Talvez sempre esteve em segundo plano.
Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças.
Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo.
Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer…
Será que é isso mesmo o que ela deve fazer?
Ou ambos estariam melhor se o seu casamento jamais tivesse acontecido?

Porque eu gosto de tudo que se refere a Paris… 😀

4. Melhor que chocolate, de Laura Florand – Editora Única.

Melhor Que Chocolate
Chick-lit / Romance

Sinopse: Amor. Chocolate. Paris. Que atire a primeira pedra quem não gostaria de ter essas três coisas misturadas em meio a uma aventura inesquecível. Pois é mais fácil do que parece, basta abrir este delicioso (sem exageros) romance de Laura Florand. Cade Corey é uma jovem executiva que cuida do negócio bilionário de chocolate da família, uma empresa popular nos Estados Unidos. Ela sonha em construir uma linha premium de seus produtos, e, como boa conhecedora do seu negócio, sabe que encontrará o chocolate perfeito em Paris. Na verdade, o chocolate perfeito está, mais especificamente, nas mãos igualmente perfeitas de Sylvain Marquis, o melhor chocolatier da cidade. O problema é que Sylvain se recusa a associar sua arte a uma grande empresa que só pensa em destruir sua técnica para reproduzi-la em grande escala. Isso para ele é um insulto, e não uma proposta! Contudo, embora o francês jure que está em paz para tocar a vida, aquela americana teimosa não lhe sai da cabeça. E Cade sente o mesmo: adoraria simplesmente fechar negócio com outro especialista parisiense, entretanto, não consegue esquecer os olhos cortantes de Sylvain e sua personalidade arrogante, porém tão viciante quanto seus doces. Paris está prestes a ficar pequena para o que existe entre eles. Pegue uma boa xícara de café e saboreie tudo aquilo que é melhor que chocolate. Você não vai se arrepender!

E para completar o parzinho de jarros

4. O beijo de chocolate, de Laura Florand – Editora Única.

O Beijo de Chocolate
Chick Lit / Romance

Sinopse: Quem Nunca Sentiu Algo Tão Forte Que Pensou Que Só Poderia Estar Enfeitiçado? Na pequena Île Saint-Louis, no coração da romântica Paris, esconde-se uma casa de chá especial e mágica: La Maison des Sorcières. As tias Aja e Geneviève confiaram em sua jovem sobrinha Magalie para ajudá-las na empreitada de encantar os clientes com doces e bebidas que são literalmente feitiços – em especial, o inexplicável chocolate quente de Magalie. A vida seguia tranquila até que o badalado pâtissier Philippe Lyonnais resolve abrir uma filial de sua loja a poucos metros dali. É então que começa uma batalha mais do que apimentada entre os dois doceiros: Magalie tenta punir (e instigar) Philippe com suas xícaras de chocolate quente, e ele a enlouquece com tentações inéditas e cheias de sabor. Magalie, porém, nunca esteve pronta para sentir algo tão forte e, depois de tanto tempo isolada, ao conhecer Philippe vê que não pode mais fugir de quem é e dos seus desejos. Contudo, ele significa o risco de perder tanta coisa… Tudo aquilo que vale mais que um simples – ainda que absolutamente tentador – macaron. Entre a teimosia e o desejo, o doce e o amargo, descubra as emoções que só a paixão com uma boa dose de cacau e magia pode despertar.

Por hoje é só! 😉

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Seleção de desejados – Janeiro

Bem-vindo, Fevereiro!

Hoje é dia de recomeçar para muita gente, inclusive para mim. Volta às aulas, ao trabalho, a um novo ano letivo, alunos e desafios… Muita coisa boa deve vir por aí, não é mesmo?! Principalmente grana para comprar mais livros porque a lista de desejados continua enorme. rsrsrs

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Eis minha seleção feita em Janeiro.

1. Nimona, de Noelle Stevenson – Editora Intrínseca.

Nimona
Literatura estrangeira – romance

Sinopse: Nimona é uma metamorfa sem limites nem papas na língua, cujo maior sonho é ser comparsa de Lorde Ballister Coração-Negro, o maior vilão que já existiu. Mas ela não sabia que seu herói possuía escrúpulos. Menos ainda uma deliberada missão. Até conhecer Nimona, Ballister fazia planos que jamais davam certo. Felizmente, a garota tem muitas sugestões para reverter esse quadro. Infelizmente, a maioria envolve explosões, sangue e mortes. Agora, Coração-Negro não só tem que enfrentar seu arqui-inimigo e ex-amigo, o célebre e heroico Sir Ambrosius Ouropelvis, mas também impedir que a fiel comparsa destrua todo o reino ao tentar ajudá-lo. Uma história subversiva e irreverente que mistura magia, ciência, ação e muito humor sobre camadas e mais camadas de reflexão – entre uma batalha e outra, é claro.

2. A menina dos olhos molhados, de Marina Carvalho – Editora Globo Alt

A Menina dos Olhos Molhados
Literatura brasileira – romance

Sinopse: Bernardo é jornalista por vocação: curioso, comprometido e muito bom com as palavras. Trabalha há anos em um importante jornal da cidade e suas matérias investigativas são sempre elogiadas. Ele só tem uma limitação… Odeia trabalhar em equipe. Há alguns anos, Bernardo sofreu com uma grande decepção amorosa, o que contribuiu para o seu jeito fechado e antipático. Por isso a incumbência de levar Rafaela – a nova estagiária do jornal – para todos os lugares é como o inferno para ele. Bernardo não perde nenhuma oportunidade de evitá-la, mas Rafa, além de ser uma jornalista extremamente talentosa, não engole desaforo. Com o passar dos dias, Bernardo percebe que não conseguirá seguir seu plano de ignorar a estagiária, muito menos todos os sentimentos que ela desperta nele. Entre reportagens intrigantes e perigosas, eles vão descobrir que têm muito mais em comum do que a imensa paixão pelo jornalismo…

3. A filha perdida, de Elena Ferrante – Editora Intrínseca

A filha perdida
Literatura estrangeira – romance

Sinopse: “As coisas mais difíceis de falar são as que nós mesmos não conseguimos entender.” Com essa afirmação ao mesmo tempo simples e desconcertante Elena Ferrante logo alerta os leitores: preparem-se, pois verdades dolorosas estão prestes a ser reveladas.
Lançado originalmente em 2006 e ainda inédito no Brasil, o terceiro romance da autora que se consagrou por sua série napolitana acompanha os sentimentos conflitantes de uma professora universitária de meia-idade, Leda, que, aliviada depois de as filhas já crescidas se mudarem para o Canadá com o pai, decide tirar férias no litoral sul da Itália. Logo nos primeiros dias na praia, ela volta toda a sua atenção para uma ruidosa família de napolitanos, em especial para Nina, a jovem mãe de uma menininha chamada Elena que sempre está acompanhada de sua boneca. Cercada pelos parentes autoritários e imersa nos cuidados com a filha, Nina parece perfeitamente à vontade no papel de mãe e faz Leda se lembrar de si mesma quando jovem e cheia de expectativas. A aproximação das duas, no entanto, desencadeia em Leda uma enxurrada de lembranças da própria vida — e de segredos que ela nunca conseguiu revelar a ninguém.
No estilo inconfundível que a tornou conhecida no mundo todo, Elena Ferrante parte de elementos simples para construir uma narrativa poderosa sobre a maternidade e as consequências que a família pode ter na vida de diferentes gerações de mulheres.

4. A livraria mágica de Paris, de Nina George – Editora Record.

A Livraria Mágica de Paris
Fotografia – romance

Sinopse: O livreiro parisiense Jean Perdu sabe exatamente que livro cada cliente deve ler para amenizar os sofrimentos da alma. Em seu barco-livraria, ele vende romances como se fossem remédios. Infelizmente, o único sofrimento que não consegue curar é o seu: a desilusão amorosa que o atormenta há 21 anos, desde que a bela Manon partiu enquanto ele dormia. Tudo o que ela deixou foi uma carta — que Perdu não teve coragem de ler. Até um determinado verão — o verão que muda tudo e que leva Monsieur Perdu a abandonar a casa na estreita rue Montagnard e a embarcar numa jornada que o levará ao coração da Provence e de volta ao mundo dos vivos. Sucesso de público e crítica, repleto de momentos deliciosos e salpicado com uma boa dose de aventura, A livraria mágica de Paris é uma carta de amor aos livros — perfeito para quem acredita no poder que as histórias têm de influenciar nossas vidas.

5. @mor / Emmi e Leo , de Daniel Glattauer – Editora Suma de Letras.

@mor
1. Literatura estrangeira – romance
Emmi & Leo
2. Literatura estrangeira – romance

Sinopse 1: Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner. Leo Leike, ainda digerindo o fracasso de seu último relacionamento, responde de forma espirituosa a duas mensagens enviadas por engano por Emmi Rothner, casada. Inicialmente, ela só queria cancelar uma assinatura de revista. Depois, inclui Leo por engano entre os destinatários de um e-mail de boas festas. Na terceira troca de e-mails, o mal-entendido dá lugar à atração mútua, reforçada pelo fato de um nunca ter visto o outro. Nada como a curiosidade instigada por frases bem encadeadas chegando a intervalos regulares numa caixa postal eletrônica para que os dois se esqueçam dos possíveis impedimentos. A cada dia, Leo e Emmi se sentem mais impelidos a marcarem um encontro. Após trocas contínuas de mensagens, está claro para ambos que o marido dela e as feridas emocionais dele não serão obstáculos para que marquem um encontro. O único obstáculo real é a insegurança de ambos quanto à transformação da fantasia em realidade. O austríaco Daniel Glattauer dá nova vida à tradição epistolar em @mor, primeiro de dois romances que exploram um relacionamento sustentado basicamente em trocas de e-mails. Romance de estreia de Glattauer e campeão de vendas na Alemanha e na Espanha, o livro explora, sob roupagem moderna, sentimentos familiares a amantes de todas as gerações.

 

Sinopse 2: Em @mor, o escritor e jornalista austríaco Daniel Glattauer se utiliza dos princípios dos romances epistolares – trocas de cartas – com uma roupagem contemporânea: o contato virtual. Ao contar a fortuita atração mútua entre os jovens Leo Leike e Emmi Rothner por meio de conversas por e-mails e os sentimentos que desenvolvem um pelo outro, o autor utiliza pontos de vista alternados para contar uma inusitada história de amor.
Emmi & Leo: a sétima onda é a sequência dessa história tão intrigante quanto inusitada e que surgiu por erro de endereçamento no envio de um email. Na atual etapa, Leo Leike retorna de Boston após uma longa ausência, e é recebido por uma caixa de emails lotada de notícias de Emmi Rothner. O sentimento dos dois não mudou, e eles reiniciam a troca de mensagens. Só que agora Leo está namorando a americana Pamela, e Emmi continua casada. A orgulhosa Emmi e o tímido Leo nunca estiveram tão próximos, e ao mesmo tempo tão distantes.
Daniel Glattauer reconquista os leitores e a crítica internacional com seu peculiar olhar sobre as relações amorosas dos tempos atuais. A prova do fenômeno editorial da dupla de romances: @mor e Emmi & Leo foram traduzidos para quarenta idiomas e tiveram 64 montagens teatrais na Alemanha e Áustria.

Então, o negócio é trabalhar para a coisa render mais! 😀

Fevereiro 10, nota 10 para todos!

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30/01 – Dia nacional das histórias em quadrinhos

Ah, que legal!

Hoje comemora-se o dia nacional das histórias em quadrinhos!

Quando eu era ainda uma criança, eu amava ler os gibis da Turma da Mônica e da Luluzinha. Meus pais sempre os compravam para mim, e eu me deliciava com todas aquelas histórias tão coloridinhas.

Esta data me faz rememorar os meus tempos de aficionada nos HQ’s. Fui leitora deles por muito tempo e hoje tenho um carinho especial pelas personagens que recheavam meu imaginário infantil com suas aventuras de bairro tão singelas e divertidas.

E deixando um pouco de lado a parte das minhas lembranças, vale a pena ressaltar que as histórias em quadrinhos também são ótimos instrumentos para se formar bons leitores. Digo isso por experiência própria porque eles têm grande importância em minha formação como tal, pois, antes de iniciar minha saga com os livros, as revistinhas (como sempre chamei os gibis) funcionaram como uma espécie de precursoras da minha caminhada literária. Isto é tão certo que há um artigo no site EDUCAR PARA CRESCER que corrobora o que eu disse aqui:  “O incrível poder das histórias em quadrinhos”. Leiam porque vale a pena, principalmente pais e professores que são os primeiros incentivadores para que desperte em uma criança o gosto pela leitura.

Agora uma dica legal…

Como toda revista, os gibis precisam ser descartados após um tempo, a não ser que sejam itens de colecionador. Caso não tenha para quem doar ou eles estiverem em condições ruins para manuseio, vale a pena usar as páginas ainda inteiras para reciclagem. Ano passado fiz isso com meus alunos para a Mostra Cultural da escola. Aproveitamos sacolinhas de papel dessas revendedoras de cosméticos e as encapamos com tirinhas dos gibis formando mosaicos de partes de histórias diversas. Basta passar cola branca ou similar em toda a extensão das tirinhas ou da sacola e fazer a colagem sem deixar espaço entre elas. Espere secar bem. Depois, com a ajuda de um pincel largo, “envernize” toda a sacola usando a mesma cola branca. Aplique uma camada para um resultado mais fosco e duas ou mais para um resultado brilhante, conforme a sua preferência. As fotos abaixo não estão muito boas, mas dá para ver o resultado do nosso trabalho. ❤

Sacolinhas literárias…

E aqui, em casa, eu arrisquei encapar uns potinhos de vidro com tirinhas para fazer porta-velas para o meu cantinho de trabalho. Ficou charmosinho, viu?  🙂 Vocês podem fazer com vidros de azeitona ou qualquer outro de conserva.

porta-velas

Dá para fazer também porta-lápis com latinhas de massa de tomate, um quadro bacana para enfeitar a parede (pode fazer o poster ou encapar a moldura), decorar móveis, dar um novo visual a uma mala velha ou personalizar a capa de um caderno. É só colocar a imaginação para funcionar e mandar ver. 😀

E oh! Enquanto vão pensando, corram lá na banca, comprem uns gibis bem divertidos e leiam bastante. rsrsrs

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Bula literária: Teoria do amor, de Halice FRS

Minha gente,

Há momentos que, confesso, adoro ler um romancinho água com açúcar, bem divertido e que não nos deixam desgrudar os olhos do livro. Por exemplo, Teoria do amor foi um deles. Há muito tempo queria lê-lo mas não encontrava o livro impresso para comprar. Então, deixei-o na lista de desejados até que, de posse de um e-reader, consegui colocar os olhos no bendito. Quando realizei, finalmente, a compra, eu havia lido duas histórias intensas seguidamente: Com amor, Anthony e Não conte a ninguém. Como eu gosto de dar um refresco para a mente e para o coração depois de leituras como essas, foi a vez de Teoria do amor entrar em cena.

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Eu curti demais essa história, ok?! Esta frase sintetiza bem a minha opinião sobre ela. Como o livro tem partes da trama que precisam ser descobertas durante a leitura para que haja uma motivação maior para seguirmos em frente, resolvi falar um pouco sobre ele fazendo uma brincadeira. Já que ler é um santo remédio, fiz uma bula literária do Teoria do amor porque foi um livro que me alegrou bastante.

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Espero que curtam bastante a leitura do livro!

Abração!

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Livro impresso x Livro digital

Oi, oi!

Hoje acordei inspirada para falar sobre livro impresso X livro digital, isto porque passei uma boa parte de minha noite entretida com uma leitura em um e-reader. Puxa! Há pouco tempo nem me imaginava rendida a essa tecnologia mas a paixão pela leitura aliada a preços mais acessíveis de e-books me motivou a adquirir um leitor digital (optei primeiro pelo Kindle).

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Bom, não vou dizer aqui que estou apaixonada por esse recurso nem que para mim dá no mesmo ler por ele ou pelo livro impresso, porque eu estaria mentindo. Porém, posso garantir que dá para levar numa boa a leitura em um aparelinho assim. O meu não tem luz na tela para leitura no escuro porque custa mais caro, mas também cansa menos a vista, e falo isso pois uso óculos e percebo a diferença entre ler em uma tela iluminada e em uma sem iluminação por um tempo maior que o aconselhável. A tela é antirreflexo, ou seja, podemos ler em qualquer lugar que esteja com luz, que não atrapalha. E, para passar as páginas, é só tocarmos levemente a tela. Simples assim.

Outro ponto a favor do e-reader é a praticidade na hora de transportar. É levinho e cabe no cantinho da bolsa ou da mochila sem ocupar aquele espaço enorme que os nossos adoráveis calhamaços costumam tomar conta. Ah! Prático também é o dicionário para as palavras desconhecidas. Basta selecioná-las para que apareçam os seus significados e a gente fique feliz em compreender melhor o que está lendo. 😀 Além disso, há como fazer marcações nas partes que nos interessam durante a leitura, assim como ver os trechos mais marcados pelos outros leitores. Ainda não usei tal recurso porque não tenho o hábito de marcar passagens do texto enquanto leio, agora, para quem curte é uma ferramenta bem bacana.

Tela do Kindle é a mais que oferece mais precisão para marcar texto e criar notas (Foto: Divulgação)

Como nem tudo são flores, há o lado negativo da coisa.

  1. Só posso ler o que compro na Amazon.
  2. Arquivos em .PDF até abrem no Kindle, mas sem a formação adequada para leitura. As fontes aparecem pequenininhas, e, se aumentamos a letra, as páginas ficam cortadas. Para que dê certo, é preciso fazer a conversão do arquivo para o formato  .EPUB.
  3. Não tem entrada para cartão SD (memória extra). Ainda bem que cabem cerca de dois mil livros nele. Ufa! kkkkkk
  4. Para carregar a bateria, vem apenas um cabo USB para computador. Para carrega-lo em uma tomada elétrica, é preciso um adaptador de tomada compatível (vendido separadamente) com o cabo USB. Usando um adaptador de tomada, o Kindle ficará carregado em menos de quatro horas, enquanto que, pelo PC, pode levar de quatro a seis, dependendo da capacidade do hardware.
  5. O preço de uma capa para um Kindle é bem carinha. (Estou até pensando em fazer uma capinha de EVA mesmo, só para quebrar o galho. rsrsrs)

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Conclusão?

Esses dias estava lendo um livro, Com amor, Anthony, e uma passagem do texto me chamou bastante a atenção por ser um sentimento com o qual comungo plenamente e que fecha muito bem a postagem de hoje.

Lembra como amava a sensação dos novos livros chegando da gráfica, o ápice de anos de escrita do autor e seus meses de edição, a capa lisa e brilhante, com letras em alto-relevo, o peso cheio de satisfação nas mãos. Ainda ama a sensação de pegar um livro novo. Apesar de aceitar a conveniência dos tablets finos e pretensiosos, eles não transmitem a experiência sensorial tridimensional que um livro de verdade proporciona.

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Que tenhamos um ótimo fim de semana, cheinho de livros e leituras novas!

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Desejados adquiridos em 2016

Saudações!

Esse fim de semana fiz um retrospecto de minhas listas de desejados do ano de 2016 e resolvi assinalar quais eu adquiri até dezembro por meio de compra ou presente, e aqui está o resultado desse levantamento. Passe o mouse sobre as capas para ver a situação do livro na minha estante.

Procura-se um marido, de Carina Rissi – Verus. ❤ ❤ ❤ ❤

Desde o primeiro instante, de Mhairi Mcfarlane – Novo Conceito. ❤ ❤ ❤ ❤

A amante do oficial, de Pam Jenoff – Harper Collins Brasil.

A ponte de Haven, de Francine Rivers –Verus Editora –>  Ver opinião no blog

O lado feio do amor, de Colleen Hoover – Galera Record. –>  Ver opinião no blog

Pela lente do amor, de Megan Maxwell – Essência –>  Ver opinião no blog

Sempre foi você, de Carrie Elks – Universo dos Livros. ❤ ❤ ❤

Eu sou o mensageiro, de Markus Suzak – Intrínseca.

O nome do vento – A crônica do matador do rei: primeiro dia, de Patrick Rothfuss.

Dançando sobre cacos de vidro, de Ka Hancock –Arqueiro. ❤ ❤ ❤ ❤ ❤

Para onde ela foi, de Gayle Forman – Novo Conceito. ❤ ❤ ❤

Como ler livros, O guia clássico para a leitura inteligente, de Mortimer J. Adler – É realizações.

A garota no trem, de Paula Hawkins – Record. –>  Ver opinião no blog

Como água para chocolate, de Laura Esquivel – BestBolso.

Damas de honra, de Jane Costello. –>  Ver opinião no blog

Depois de você, de Jojo Moyes – Intrínseca. –>  Ver opinião no blog

Com amor, Anthony, de Lisa Genova – Nova Fronteira.

Minha sexylist, de Joanna Bolouri – Rocco. ❤ ❤ ❤

O leitor do trem das 6h27, de Jean-Paul Didierlaurent. – Intrínseca. ❤ ❤ ❤

E-Books –

Sr. Daniels, de Brittainy C. Cherry – Record.

Seis anos depois, de Harlan Coben – Arqueiro.

Persuasão, de Jane Austen – L&PM.

Há outras aquisições que foram feitas durante o ano passado que não entraram no rol dos desejados, mas aí já é uma lista para um outro post. 😀

Que esta semana seja formidável!

Abração!

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