Não deixe para depois o que você pode fazer agora, de Rita Emmett

DSC017792018, para mim, já tem sido um ano de mudanças, tanto na vida pessoal quanto no trabalho. E são tantas as coisas para se colocar em prática, que deu um nó aqui na cabeça, como não poderia deixar de ser para uma pessoa que é ao mesmo tempo ansiosa e procrastinadora. Quando me sinto embolada assim, eu pego um caderninho que eu tenho, o qual eu chamo de “caderno de organização mental” (kkkkk), e escrevo nele, em uma ordem lógica, tudo o que é preciso ser feito e quais são os caminhos possíveis para se alcançar os objetivos. Feito isso, parto para a montagem da minha lista de demandas  para me orientar no momento de planejar as minhas tarefas. Eu não consigo me organizar se não tiver uma lista do que tenho de fazer como guiança e costumo montá-las para tudo, pois elas me mostram como andam minhas ações e o que eu já concluí.

Lista, listinha, listão!

Não importa o tamanho, elas funcionam! No livro Não deixe para amanhã o que você pode fazer agora, de Rita Emmett, aborda-se essa questão de se fazer listinhas. separei alguns pontos que julgo importantes para compartilhar aqui.

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1. Por que as listas são importantes?

As listas são importantes porque:

  • Ajudam a lembrar o que tem de ser feito.
  • Mantêm o foco.
  • Orientam ao mesmo tempo que são motivadoras.
  • Proporcionam o estabelecimento de metas.
  • Auxiliam na definição de prioridades.
  • Dão alegria quando você risca o que já foi feito. Permitem que se visualize as tarefas.
  • Organizam e esclarecem seu pensamento, podendo sair do genérico para o específico.

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2. Como cuidar das listas?

Para que suas listas deem certo, você precisa cuidar delas.

Em primeiro lugar, você deve estabelecer um lugar para colocar sua lista e consultá-la sempre. Pode ser na agenda, no quadro de avisos, na porta da geladeira… Não importa onde, mas que seja um local a que você tenha sempre acesso. Daí, cuidar e recorrer a ela com regularidade se tornará um hábito.

A segunda dica é colocar a data no alto de sua lista e não a jogar fora depois que terminar as tarefas. De fato é muito bom folhear as listas já finalizadas e constatar o que foi realizado ao longo do período. Fazer isso é como uma mola que nos impulsiona a continuar a cria-las.

A terceira dica, e não menos importante é que se você perceber que ao criar novas listas repete itens não realizados na anterior, de duas, uma: ou você os cumpra hoje ou estabelece uma data para isso, ou decida que não os fará. Fazendo isso será uma cobrança a menos, pois podemos nos sentir incompetentes encontrando sempre essas tarefas em nossas listas. Decidindo pela não repetição, volte à lista anterior e escreva na frente do item “Omitir” ou “Não é prioritário”. Assim você saberá qual foi o destino dele. Se um dia for propício retomar a ideia e coloca-la em prática de imediato, volte com ela para a sua lista atual.

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3. Quando é o melhor horário para você montar suas listas?
Muito simples: você é diurno ou noturno? Em qual período do dia você se concentra melhor ou está com a mente mais arejada? Siga seu horário interno, sente-se com papel e caneta em mãos e comece a se organizar. No meu caso, curto fazer minhas listinhas no domingo pela manhã, após tomar o café, pois, ao mesmo tempo em que ainda estou com a mente fresca do fim de semana, já penso em como será minha semana, tudo sem perder o foco.

Então, se você sente sua vida meio desorganizada, experimente fazer suas listas.

Sucesso para você!

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Como água para chocolate, de Laura Esquivel

Hoje vou de Como água para o chocolate, escrito por Laura Esquivel – Editora: BestBolso, título da sequência de leituras de janeiro de 2017. Para esclarecer tão grande atraso, normalmente eu leio os livros e escrevo um texto opinativo sobre eles em meu Diário de Leituras, para depois transcrevê-los para cá. O trabalho e a correria na vida, porém, muitas vezes me fazem protelar as postagens, e minhas impressões sobre as obras lidas acabam ficando quietinhas no caderno esperando serem resgatadas. Vamos à esta, então!

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Sinopse: É na cozinha que Tita, a protagonista, passa a maior parte do tempo. Sua vida está relacionada aos pratos que afetuosamente prepara. Este romance narra a história de Tita desde o seu nascimento em um rancho no norte do México, com destaque para sua juventude, o amor por Pedro, e a missão de cuidar da dominadora Mãe Elena. O tempero combina a revolução mexicana no início do século XX com o realismo fantástico marcante na literatura latino-americana. Uma obra para ser apreciada em todos os sentidos.

op.fw Passada ao norte do México, Como água para chocolate é a história de Tita de la Garza, uma adolescente que vive sob as rédeas de Mãe Elena, de quem, de acordo com uma tradição familiar, tem de cuidar exaustivamente até a morte, seja de uma ou de outra. Já seu pai morre quando ela ainda é bem nova, ficando sob a figura da matriarca o poder do rancho onde viviam.

A narrativa vem dividida em doze capítulos referentes aos doze meses do ano, e cada um deles inicia-se com a preparação de uma receita. Há uma mistura de sentimentos diversos – tristeza, amor, alegria, paixão etc – com a marcante culinária mexicana. Cada prato feito tem o sabor do que é sentido por Tita, que os cozinha. Verdadeiros rituais para prepará-los, desde a separação dos ingredientes e o cozimento até o extravaso do que lhe tomava o peito.

O eixo central é o amor/paixão existente entre ela e Pedro, este que se casa com Rosaura, irmã de Tita, a fim de poder ficar perto dela, já que Mãe Elena a proíbe de casar por conta da obrigação que lhe foi imposta e que ela carrega como um fardo.

Há também a presença de John Brown, o médico da história, que traz um pouco de calmaria para a vida de Tita. John nutre pela jovem um grande amor e cuida para que ela se sinta pelo menos um pouco feliz diante da tortura que é amar o proibido e viver na tentação de pecar contra a irmã.

Eu, por vezes, senti-me sufocada com a leitura, porque a história é densa, angustiante por conta da peleja das personagens. Quanta vida sofrida… E há um toque marcante de fantasia (a chamada realidade fantástica) em muitos dos acontecimentos passados ali, fazendo nos sentir delirantes após nos empaturrarmos com as comidas preparadas na cozinha de Tita.

Fora isso e apesar da densidade, a linguagem poética da narrativa nos toca e, na minha opinião, é o que faz valer realmente a leitura do livro. Gosto muito quando as palavras dançam aos nossos olhos despertando-nos para a beleza delas, e em Como água para chocolate elas me proporcionaram esse prazer. Ainda bem, pois desejei tanto lê-lo que me sentiria decepcionada se não houvesse esse lado recompensador.

Então ele ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ .

Para finalizar, há uma adaptação da obra para filme, o qual ainda não tive a oportunidade de ver.  De acordo com informações, é uma adaptação fidedigna à obra, indicado, inclusive ao Oscar de melhor filme estrangeiro na época.

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Para quem curte, fica a dica!

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Retrospectiva – Meus livros em 2017

Meus livros

2017 foi um ano de muitas leituras para mim. Graças ao Kindle Unlimited, assinatura de empréstimos de e-books pela Amazon, pude aventurar-me um pouco mais por esse mundo dedicadamente. Li de tudo! Emocionei-me, chorei, ri, sonhei, irritei-me, perdi a paciência… rsrsrs e fui feliz, porque ler é uma das coisas que mais gosto de fazer, sem dúvida alguma.

Então, resolvi fazer a minha retrospectiva de obras lidas ano passado, com a ajuda do Skoob, é claro, porque eu não conseguiria listar tudo de cabeça não. Foi assim:

Janeiro –

  1. Fangirl
  2. Com amor, Antony
  3. Não conte a ninguém
  4. Teoria do amor
  5. À procura de Audrey

Fevereiro –

 Março –

  1. Popular
  2. O sorriso das mulheres
  3. Sorrisos quebrados

Abril –

  1. Nada mais a perder

Maio –

Junho –

Julho –

Agosto –

Setembro –

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Livro impresso

Outubro –

Novembro –

 

Dezembro –

Sobre alguns desses livros eu já dei a minha humilde opinião aqui no blog. Deixei o link após cada grupo de capas caso queiram dar uma olhada. Em breve, postarei comentários e opiniões sobre os demais. É só me acompanhar.

As viagens “leiturísticas” de 2018 já estão a pleno vapor. O ano promete! 😀

Um abração!

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“Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada”

Pessoal,

A dica de leitura para hoje fica por conta do “Popular: dicas vintage para ser uma garota descolada, de Maya Van Wagenen, também personagem principal do livro.

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São páginas de um diário onde ela registrou suas ações baseadas no livro “O guia da popularidade”, publicado originalmente na década de 50 pela ex-modelo adolescente Betty Cornell.

Apesar das ideias serem antiquadas, Maya decide seguir os conselhos ali escritos, durante todo o ano letivo (sugestão dada por sua mãe), e, de uma garota sem graça e rejeitada, torna-se descolada e popular na escola, bem como sugere o título da obra.

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Betty Cornell e Maya Van Wagenen

Eu adorei sua trajetória. Foi muito bacana ver como ela descobriu que ser popular nem sempre é o que parece e também que ter estilo depende de nos sentirmos livres para ser quem somos.

Valeu super a pena a leitura! 😀

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Nada mais a perder, de Jojo Moyes –

Meus leitores,

Nada mais a perder, título do último livro de Jojo Moyes, me fez pensar muito no quanto é custoso ler uma obra cuja narrativa é longa demais nos detalhes. Nossa!! Li a história de Sarah Lachapelle me esforçando bastante para não voltar com ele para a estante. Arrastei-me pesadamente com a chatice da adolescente e sua obsessão pelo seu cavalo Boo… Aff! Onde fui amarrar a minha égua?! Kkkkk

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Sinopse: Na juventude, Henri Lachapelle foi um cavaleiro de raro talento, entre os poucos admitidos na academia de elite do hipismo francês, o Le Cadre Noir. Contudo, reviravoltas da vida o levaram da França a Londres, onde ele agora vive em um simples conjunto habitacional. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, aos trancos e barrancos Henri ensina a neta, Sarah, a montar o cavalo Boo, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor e mais digna para todos. Mas um grande golpe muda mais uma vez os planos de Henri Lachapelle, e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para, além de sobreviver, cuidar de Boo e manter os treinamentos.
Natasha é uma advogada especializada em representar crianças e adolescentes envolvidos com crimes ou em situação de risco. Abalada emocionalmente e em dúvidas quanto a seu futuro profissional depois de um caso terrível, Natasha ainda tem de lidar com as feridas do fim de seu casamento. Um fim, diga-se de passagem, bem inusitado, já que ela se vê forçada a morar com o charmoso futuro ex-marido enquanto esperam a venda da casa da família.
Quando Sarah cruza o caminho de Natasha, a advogada vê na menina a oportunidade de colocar a vida de volta nos trilhos e decide abrigar a adolescente sob o próprio teto. O que ela não sabe é que Sarah guarda um grande segredo que lhes trará sérias consequências.

Bom, o que acontece, em poucas palavras, é que Sarah mora com seu avô, ex-cavaleiro da Le Cadre Noir (Paris), o qual passa para a neta seu amor pelos cavalos e a montaria. Um dia, Henri Lachapelle sofre um derrame e fica hospitalizado, levando Sarah a ter de morar com famílias provisórias. Após duas tentativas, ela vai morar com a advogada Natacha e com seu quase ex-marido Mac. Enquanto vai contando a saga da menina com seu cavalo e o sonho de ir para Paris, a relação conturbada de Tash e Mac também é narrada, mostrando como um provável divórcio tem tudo para ser revertido.

Como o objetivo de Sarah é ser aceita na Academia Le Cadre Noir, ela foge com seu cavalo Boo para lá, e acontecem coisas que parecem impossíveis para uma adolescente que está sozinha, somente na companhia de um animal. Sabe aquele papo de que o universo conspira a nosso favor quando a gente acredita? Pois é! Tipo isso aí! Achei uma loucura sem fim, mas fazer o quê, se a garota chega a seu destino sã e salva? 😮 Ah! No meio disso tudo, Natacha e Mac viajam atrás da garota, e essa busca faz com que eles se reaproximem ainda mais, levando-os refletirem sobre suas escolhas.

Então, para mim o livro foi, de certa forma, uma decepção, pois adoro Jojo Moyes. É uma das características de suas narrativas esse desenvolvimento lento, mas o de Nada mais a perder foi tedioso também. Que pena… Além disso, é uma história triste e comovente. Apesar de eu não ter curtido, fiquei sentida com o rumo que a vida de Sarah tomou, pois a alegria da sua juventude lhe foi tomada, ainda que seu cavalo significasse muito para ela. Era quase sua vida toda. Pelo menos o final nos faz sentir o alívio de que a vida pode dar certo um dia. Pelo menos…

Um forte abraço a todos!

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À procura de Audrey, de Sophie Kinsella – opinião

Meus jovens leitores,

Hoje o post é para vocês!

Claro que vale para os leitores de todas as idades, mas o livro sobre o qual falarei tem tudo a ver com a adolescência e seus infinitos dilemas. 🙂

Sabem de uma coisa? Amo livros para jovens adolescentes! O amor entre eles é sempre tão puro e tão inspirador. Faz o mundo parecer mais bonito, apesar de todas as angústias pelas quais os jovens das histórias passam. Claro que não foram todos que li até aqui que tiveram finais felizes, mas, mesmo assim, a esperança esteve ali presente.

E sobre qual livro falarei hoje? Sobre À procura de Audrey, da Sophie Kinsella (Editora Galera Record).

À Procura de Audrey

Mas… Quem é Audrey?

Uma garota com seus 14 anos que passa seus dias escondida em casa, sempre usando óculos escuros, porque tem fobia social, consequência de bullying sofrido na escola. Fiquei sem saber que tipo de assédio foi, já que ela não conta. Ela só fala que não são coisas muito legais… Pode ser com o objetivo de se focar apenas na parte da cura, não sei bem, porém senti falta de conhecer essa parte da vida dela. Para mim ficou uma lacuna na história, faltou explicar por que a aluna Tasha foi expulsa da escola e mais outras duas ou três punidas por terem praticado “isso”… Foi algo grave, com certeza, e eu fiquei curiosa.

Continuando, Audrey mora com seus pais, Chris e Anne, e dois irmãos, Frank, o mais velho, e o garotinho Félix que é uma graça. Frank é viciado em games no computador, e esta é a grande briga de sua mãe com ele. É por causa dos games que Audrey conhece Linus, amigo de seu irmão. Como eles montam uma equipe para participar de um campeonato de LoC (Land of Conquerors) precisam treinar juntos, e em uma dessas visitas, Audrey e Linus se esbarram. Devido à sua fobia, Audrey fica apavorada ao dar de cara com um estranho e corre para longe dele. Creio que por causa disto e por saber do problema de Audrey é que Linus fica mexido com ela e, aos poucos, carinhosamente consegue quebrar a resistência da garota em relação aos seus medos. Os dois, então, começam a se entregar a um doce namoro. Linus a incentiva todo momento a voltar a conviver com outras pessoas. Este envolvimento junto ao tratamento com a Dra. Sarah, a terapeuta, ajuda Audrey a ir deixando para trás todas as angústias que sentia devido ao bullying sofrido.

Curti demais o documentário que Audrey vai fazendo durante a narrativa (como parte de seu tratamento), em sua casa, filmando o dia a dia de sua família. São as partes mais engraçadas da história, assim como Félix, mero coadjuvante que conquistou o meu coração com as suas gracinhas. 😉

Conclusão: a história ganhou ❤ ❤ ❤ ❤ porque é divertida, leve, apesar do problema enfrentado por Audrey, e o amor entre ela e Linus é docinho demais. Amei!

4. Curti muitão.fw

Um abração e um ótimo fim de semana (com leituras, eu espero kkk)!

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Sorrisos quebrados, de Sofia Silva

Caros leitores…

Uma das gratas surpresas do ano foi ler “Sorrisos quebrados”, de Sofia Silvia. Encontrei esta história entre tantos títulos sugeridos pelo Kindle Unlimited e mergulhei nela, curiosa para saber o que sairia dali.

Sorrisos Quebrados (e-Book)

Sinopse: 

Paola
Perante Deus, o meu marido prometeu me amar.
Cuidar de mim. Ser meu amigo. 
Perante todos, disse que me amava. Que íamos ser felizes. 
Viver para sempre juntos. 
Mentiu em tudo. 
Até que um dia, perante mim, ele disse que ia me matar. E não mentiu.
A partir desse dia vivi escondida no meu mundo, até o André aparecer.

André
Não procurava nada. Não queria ninguém.
Não depois de tudo que vivi.
O meu coração estava escondido na escuridão, até a Paola surgir com as suas cores, pintando a minha vida.

Sorrisos Quebrados é um romance colorido entre duas pessoas Quebradas por relacionamentos passados. Uma história de superação dos próprios medos e promessas.

Gente, simplesmente liiindoooo! Chorei, sorri, tive nós na garganta, frios na barriga… Nossa! Foi intenso do início ao fim, do jeitinho que eu gosto. Que bom, né?! Porque eu o li em um mês em que tive mais decepções do que alegrias literárias. Então, ele veio para me animar a seguir em frente. rsrsrs

Eu gosto de histórias como essa, que me fisgam desde o começo e me levam ali presas no anzol até que me soltam novamente, dando-me a liberdade após uma deliciosa leitura. Mas, o que há de tão interessante assim em Sorrisos quebrados para me causar isso? Olha, não foi tanto pelo enredo em si, cujo tema é a superação de traumas vividos pelas personagens. Foi pela forma poética com que a autora falou de dramas tão corriqueiros e igualmente terríveis. Um contraste que deu super certo: a dor e a cor… a escuridão e a luz… o medo e o amor… a desilusão e a esperança… Foi exatamente isso que a história de Paola e André me passou, tudo de forma tão delicada e ao mesmo tempo forte. Só para contextualizar melhor, eles se conhecem em uma clínica de reabilitação, onde Paola se recupera da violência verbal e física sofrida pelo ex-marido, e André acompanha a sua filha Sol, de seis anos, que apresenta uma fobia social intensa devido ao que passou com a mãe drogada, quando era ainda pequenininha. Ele também sofre suas angústias, consequência de seu relacionamento com a ex, e o encontro entre os três é a luz que faltava para a vida de cada um. Surge uma grande amizade entre a garotinha Sol e Paola e, claro, um grande amor entre ela e André, e é inspiradora a forma como se dá esse encontro. Paola usa das cores das tintas para recuperar esses três corações, e o resultado disso tudo são belas obras de arte que nos fazem acreditar que a tal luz no fim do túnel existe sim, e que ela pode ter vários tons. Uma lição para toda a vida!Amei de montão.fwEspero, sinceramente, que quem a leia curta a história como  eu curti.

Um forte abraço!

Assinatura blog.fw